Brasileiro se considera saudável, mas está insatisfeito com qualidade de vida

(Foto: Freepik)

O brasileiro considera ter hábitos saudáveis, mas está insatisfeito com a sua qualidade de vida, revela novo estudo da Dunnhumby, multinacional especializada em ciência do consumidor.

A pesquisa, que analisou os hábitos e produtos consumidos por 981 pessoas com idade superior a 18 anos, constatou que apesar de 52% considerar ser saudável, 86% estão insatisfeitos com a qualidade de vida de vida que levam.

A saúde física (47%), a prevenção de doenças (29%) e controle de peso (23%) foram os principais motivos apontados pelos entrevistados para consumir produtos saudáveis.

Mesmo que 52% tenham admitido que a sua alimentação não é adequada, 23% não querem consumir produtos mais saudáveis e 38% preferem a versão “normal”, sendo que 62% desse índice não pretendem trocar o produto regular pela versão light, zero e/ou diet.

Outro fator determinante para a compra de produtos saudáveis é o preço. 69% consumiriam mais produtos saudáveis se o preço fosse igual; 66% estão dispostos a gastar um pouco mais; 22% não gastariam nada a mais e 12% gastariam muito mais.

Questionados sobre o consumo de refrigerantes, 74% não sabe a diferença entre as versões light e diet; 46% trocam refrigerantes por bebidas mais saudáveis sempre que possível; 43% bebem refrigerantes apenas aos finais de semana; 42% não abrem mão dos refrigerantes; e 26% acham que é a mesma coisa.

De acordo com o levantamento, em termos de saúde, o sono é o atributo mais importante para os entrevistados: 80% afirmam que concordam ou concordam muito com a afirmação de que uma boa noite de sono é importante para a saúde. Já 74% afirmam que concordam ou concordam muito com a afirmação de que ter fé ou otimismo é importante para a saúde e 78% dizem o mesmo a respeito de sentir-se bem consigo mesmo.

Em relação às atividades físicas, 77% consideram que praticar exercícios é importante, 34% pratica alguma atividade física até 2 vezes por semana; 19% pratica alguma atividade física até 3 vezes por semana; 34% pratica alguma atividade física 4 ou mais vezes/semana; e 19% não praticam.