Ministério da Saúde inclui terapias alternativas no SUS

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Arteterapia, meditação, musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático, tratamento quiroprático e Reiki passam a integrar a lista de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), do Sistema Único de Saúde (SUS).

Conforme a Portaria nº145/2017, estas práticas passam a integrar as “ações de promoção e prevenção em saúde”, definidas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) de 2006. A medida reconhece oficialmente a importância da medicina não convencional.

Para o diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Allan Nuno, a medida será útil para o desenvolvimento de programas para formação de trabalhadores nessas áreas e investimentos na área.

“O que a gente está colocando é a possibilidade de realização e registro no sistema de informação do ministério para reconhecer formalmente esse tipo de procedimento no SUS e monitorar as ações, a partir disso, vamos conseguir inclusive desenvolver ações de formação dos trabalhadores”, disse Nuno.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a terapia alternativa é utilizada em substituição às práticas da medicina convencional, já a terapia complementar é utilizada em associação com a medicina convencional e não para substituí-la.

O SUS também conta com algumas opções de práticas integrativas – associação da terapia médica convencional aos métodos complementares ou alternativos – como dança circular, ioga, oficina de massagem e massoterapia. Além de Acupuntura, Fitoterapia, Homeopatia, entre outros.