Aplicativo auxilia restaurantes a vender sobras para combater o desperdício

(Foto: Divulgação)

Imagine a seguinte situação: você vai a um restaurante, pede um dos melhores itens do cardápio – aquele que tem tudo o que você gosta, foto atrativa, tudibão – e de repente, informa o garçom que mudou de ideia e prefere uma saladinha básica. A maioria das pessoas pode nem notar, mas as porções que foram preparadas ficam lá na panela. “Ficam”, né? E o que acontece? Exatamente. Tudo pro lixo.

Com a proposta de reduzir esse problemão, um aplicativo chamado “Too Good To Go”, foi criado no Reino Unido para comercializar refeições que sobraram em lanchonetes, padarias e restaurantes cadastrados que não ultrapassem o valor de 4 libras, o equivalente a R$ 16,00 no Brasil.

Vantagens: Além do preço mais em conta que uma refeição servida pro serumaninho que mudou de ideia (ou até mesmo por causa do preparo que foi além do que era necessário), o usuário ainda contribui com a nobre missão de evitar o desperdício.

De acordo com a descrição no site, a missão do app é “poupar comida, dinheiro e o planeta, devolvendo valor ao alimento, como a fonte de energia mais valiosa da humanidade, não apenas algo que pode simplesmente ser jogado na lixeira.”

Os criadores do app afirmam que o objetivo principal não é o lucro, embora arrecadem um pequeno valor para cada porção vendida, mas sim evitar que toneladas de alimentos sejam descartados, quando na verdade poderiam servir um grande público que não tem tanta condição de pagar caro em um prato de comida. A galera bem que podia comprar uma refeição pelo TGTG e oferecer a um morador de rua. Se cada pessoa fizesse isso, imagina o bem coletivo que essa simples ação geraria… Fantástico! Alô, desenvolvedores brasileiros! O que estão esperando para criarem um app similar?

(Se já existe, me avisa para eu avisar os desavisados, ok?!)

O app está disponível para os europeus nos sistemas Android, iOS e na plataforma online. O vídeo ilustrativo tem apenas 40 segundos e pode ser assistido aqui:

Com informações do UOL, Correio Braziliense e TGTG.