China apresenta maior salão de veículos elétricos do planeta

(Foto: Divulgação)

Por necessidade, para conter a alarmante poluição nas megas cidades. Por estratégia, para garantir a liderança de consumo também no maior mercado interno do planeta. Por domínio.

Sim, a China quer ser líder tecnológico em energias sustentáveis, em biotecnologia e no mercado de veículos elétricos e autônomos. São razões explícitas nesse surpreendente Salão do Automóvel de Pequim.

O investimento chega a mais de R$ 70 bilhões. Resultado: só nos três primeiros meses de 2018, 143 mil elétricos e híbridos plug-in foram comercializados na China (contra 200 mil ao longo de todo o ano passado nos Estados Unidos).  A meta é ainda mais ambiciosa:  20% de elétricos no mercado chinês em 2025.

O Salão de Pequim superou o de Frankfurt.  São 220 mil metros quadrados, contra 200 mil m² da mostra alemã.

Volks apresenta Sol E20X: o primeiro elétrico da nova marca 

Joint-venture com a JAC/China, a marca SOL, chega ao Salão de Pequim 2018, com um crossover que também tem o toque da espanhola SEAT, o que pode ser visto na parte frontal do E20X. Modelo de ‘carro conectado’, o sistema de infotainment oferecerá conectividade 4G, visão 360 graus,  partida sem chave, alerta de ponto cego e um sistema inteligente de purificação do ar e um motor elétrico de 85 kW (116 cv) e 270 Nm de torque máximo. A comercialização do SOL E20X terá início no último trimestre deste ano.

Fonte: PlanetCarsZ

Scooter elétrica chinesa com smartphones 

Xiaomi confirma Super Soco como sua primeira investida no mercado de motocicletas. Modelo tem bateria com autonomia de 120 km. Com bateria removível de dez quilos, leva cerca de sete horas para atingir carregamento completo. A vida útil do item é de 600 ciclos de carregamento. Na Europa, a Super Soco deve custar entre 750 e 1000 euros (cerca de R$ 4 mil, na conversão direta do euro para o real).

Fonte: O DIA