Honda Clarity é eleito o carro verde do ano no Salão de Los Angeles

(Foto: Divulgação/ Honda)

O Honda Clarity foi escolhido o carro ecológico pela versatilidade de opções da fonte de energia: elétrica, híbrida ou hidrogênio. O Clarity competiu com o Accord, também da Honda, e com o Hyundai Ioniq, o Nissan Leaf e o Toyota Camry, todos fabricantes asiáticos.

“Representa um marco oferecê-lo na mesma plataforma”, disse à AFP Ron Cogan, editor do Green Journal, publicação trimestral dedicada a veículos ecológicos e tecnologias respeitosas ao meio ambiente, que entrega o prêmio.

“O que queríamos era oferecer aos consumidores uma opção baseada em seu estilo de dirigir”, afirmou Steve Center, vice-presidente para a América do Norte da divisão de meio ambiente da Honda.

Gigantes dos céus querem solarizar aeronaves

O programa também visa estabelecer os requisitos para a futura certificação de aeronaves movidas eletricamente enquanto treinam uma nova geração de designers e engenheiros para trazer aviões comerciais elétricos híbridos um passo mais perto da realidade.

Como parte do programa E-Fan X, a Airbus, a Rolls-Royce e a Siemens contribuirão cada uma com sua vasta experiência e know-how em seus respectivos campos de atuação:

A Airbus será responsável pela integração geral, bem como pela arquitetura de controle do sistema de propulsão híbrido-elétrico e baterias, e sua integração com controles de voo;

A Rolls-Royce será responsável pelo motor turbo-eixo, gerador de dois megawatts e eletrônica de potência. Juntamente com a Airbus, a Rolls-Royce também trabalhará na adaptação do ventilador à nacele existente e ao motor elétrico da Siemens;

A Siemens fornecerá os motores elétricos de dois megawatts e sua unidade de controle eletrônico de potência, bem como o inversor, conversor DC / DC e sistema de distribuição de energia.

Mini carro elétrico nacional quer ganhar as ruas

Criada em 2013 por três engenheiros formados pela Universidade Federal de Santa Catarina, o Mobilis quer encontrar soluções inteligentes para a mobilidade urbana. “O próprio nome vem de um jogo com essas palavras… Nosso propósito é a mobilidade sustentável”, diz um dos sócios, Mahatma Marostica.

Com velocidade máxima de 40 quilômetros por hora e 50 quilômetros de autonomia com uma carga de bateria elétrica de 6 horas, o modelo básico custa 50 mil reais. A diferença dele para os carrinhos similares do mercado é ter sido pensado para uso comercial no futuro. A Mobilis vendeu uma unidade do Li e está com um pedido para entregar mais cinco.

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