Prestígio: Dia municipal do carro elétrico será declarado no Salão do Automóvel de SP

(Foto: Pixabay)

Como esse blog comentou semana passada, o Salão internacional dos veículos elétricos precisa acelerar em alta voltagem se quiser ter um papel relevante nesse mercado. A Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores anunciará em 11 de novembro, o projeto New Mobility, essa novidade, para marcar o Dia do Carro Elétrico.  Programaram um desfile, que parte da Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini até o São Paulo Expo, local do Salão do Automóvel.

O Presidente da ABRAVEi, Edgar Escobar, diz que a associação tem como missão tornar acessível e com condições de  utilizar um veículo elétrico; contribuir com o movimento de sustentabilidade, meio ambiente, saúde pública e o uso da energia limpa e renovável

Veja o convite do ator Mateus Solano, como garoto propaganda. Assista em:

 

Conteúdo: Reed Exhibitions Alcantara Machado

 

Lendária Porsche vai trocar carros a diesel para elétricos

E isso vai acontecer ainda este ano! “A Porsche não está demonizando o diesel, afirmou o presidente da Porsche Oliver Blume…” Chegamos à conclusão de que gostaríamos de um futuro sem diesel.”

O CEO promete investir mais de € 6 bilhões em mobilidade elétrica até 2022 e a partida será com o Taycan, primeiro carro elétrico da Porsche.

Fonte: Tecmundo

 

Pedalar muito para bicicletas elétricas terem seu lugar ao sol

Reproduzimos aqui artigo de Wes Siler, do  Gizmodo, sobre A Koben, magrela elétrica projetada por Neal Saiki, ex-engenheiro da NASA cujos designs ajudaram no sucesso da Santa Cruz Bicycles, conhecida fabricante americana de mountain bikes. Resumidamente:

1) Baterias que você não pode substituir ou reconstruir

“O grande bicho-papão de todas estas baterias é sua embalagem,” diz Neal. O Tesla é um grande exemplo. “As células de dentro da bateria que eles vendem correspondem a apenas 40% do preço do bloco inteiro. É difícil torná-lo impermeável, é difícil torná-lo à prova de vibração, e é difícil fazer isso sem que um pacote acabe custando um milhão de dólares.”

2) Motores que se desgastam

Se o motor fica no cubo da roda – isto é, na peça do meio da roda, onde são presos os raios – ele está sujeito até ao menor movimento e a cada impacto que as rodas sofrem enquanto rodam por aí.

“Motores no cubo da roda de bicicletas são ótimos no primeiro ano, talvez nos primeiros dois anos”, diz Neal. Eles têm uma vida útil muito limitada. Um motor elétrico é um monte de pequenos ímãs que estão colados, com pequenos fios conectando tudo. Um motor na roda é espancado até a morte, é um ambiente muito brutal.”

3) Muito peso não-suspenso e centralização de massa insuficiente

Colocar um motor no cubo da roda também aumenta drasticamente o peso não-suspenso. Trata-se do peso que está abaixo do ponto médio da suspensão do veículo, ou seja, as peças que se movem antes da suspensão e as partes que rolam. Muitas bicicletas não têm suspensão — quem sofre os movimentos são o quadro da bicicleta e o traseiro do ciclista — tornando a redução desse peso ainda mais importante.

Isso é crucial em uma roda de bicicleta, porque qualquer peso adicional não só agrava a dinâmica dos movimentos para cima e para baixo, mas também aumenta a força necessária para dar o impulso na hora de acelerar ou frear. Quanto mais pesada é uma roda, mais força você tem que colocar para acelerar ou desacelerar

O motor da Koben fica no movimento central, parte que une a pedaleira ao quadro da bicicleta, onde o centro de gravidade deveria estar localizado.

“Nós estamos bem cientes de que a maioria dos nossos clientes está apenas querendo chegar em casa depois do trabalho,” reconhece Neal. “Somente as pessoas que realmente entendem de bicicletas de alto desempenho vão notar isso, mas essas pessoas amam a diferença que a massa centralizada faz.”

4) Centros de gravidade altos

A maior parte das bicicletas elétricas no mercado hoje têm suas baterias em um rack atrás do selim. Como explicamos acima sobre a centralização de massa, isso é ruim em movimento – e também é ruim quando você está parado. A Koben localiza sua bateria relativamente leve no tubo do assento, logo acima do movimento central. De novo, isso é o mais perto possível do centro de gravidade ideal.

5) Direção ruim

Além da massa descentralizada e do alto peso não-suspenso, bicicletas elétricas tradicionais também não levam em conta o peso adicional dos seus motores elétricos na hora de preparar a suspensão.

Neal aumentou o ângulo do garfo, peça que une a roda da frente ao corpo da bicicleta; e também reduziu o trail (a distância entre o eixo e a parte da roda que toca o chão). Em qualquer veículo, isso deve aumentar a estabilidade, reduzindo o esforço.

6) Fragilidade

“Se você se deslocar de bicicleta, não quer ter trabalho ajustando as engrenagens o tempo todo ou consertando câmbios e essas coisas, por isso é muito bom ter a simplicidade de uma velocidade única. Então, com a assistência elétrica, você pode adicionar mais força em subidas e menos em descidas e assim por diante. Assim você encara ladeiras sem tanta complicação.”

7) Preço
Bicicletas elétricas tendem a ser muito baratas ou muito caras.  preço é estratosférico, e o motor elétrico leva o valor ainda mais para cima.

A Koben está disponível através do Kickstarter: a versão de velocidade única sai por US$ 1.300; a versão CVT custa US$ 1.600. É um preço aceitável para uma boa bicicleta que precise aguentar viagens diárias. Elas só estão disponíveis nos EUA: “o envio internacional é muito caro e muito complicado para nós gerenciarmos neste momento”, diz a campanha.

Veja mais em: https://veiculoeletrico.blog.br