Veículos elétricos: Falta energia, a pilha está fraca, mas sobra energia nos debates

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(Foto: Pixabay)

O balanço do Salão do Automóvel de São Paulo feito pelo jornal mineiro Hoje em Dia me surpreendeu. Mas já havia dito nesse blog que a perspectiva eletrizante esbarra em muitos fatores. E o programa Rota 2030, que irá vigorar pelos próximos 11 anos com alíquota entre 7% e 20%, dependendo da eficiência, pode aliviar o choque. O que o jornal pondera:

Pilha fraca

Alguns especialistas acreditam que o “desconto” não é suficiente para estimular a compra desses carros, mesmo com impacto para reduzir os níveis de emissões de poluentes.

O BMW i3, pioneiro no varejo nacional, sai por R$ 200 mil. O Bolt EV tem preço sugerido de R$ 175 mil. Já a Nissan abriu pré-venda do Leaf por R$ 170 mil. E por fim, a Renault anunciou o Zoe por R$ 150 mil.

A recarga não é gratuita e nem rápida. O BMW i3, por exemplo, pode levar cerca de oito horas numa rede 220V – dobra se for em 110V. Com o carregador rápido, Wallbox, o tempo cai para 5 horas, mas ele custa R$ 7.500. Tudo isso sem contar o impacto que terá no relógio da companhia elétrica.

Corredores elétricos

Desde que iniciou as vendas do i3 no Brasil, em 2015, a BMW emplacou algo em torno de 350 unidades. Para estimular as vendas, a marca fechou parceiras com redes de shopping centers que oferecem pontos de recarga. Recentemente, inaugurou um corredor elétrico no trecho da rodovia BR-116 (presidente Dutra) no trecho que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. São postos que permitem a recarga rápida das baterias (em até 1 hora) e que garantem cerca de 200 quilômetros de autonomia.

Incentivos para veículos elétricos, mas em Portugal

José Menes, secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade de Portugal, revelou que em 2019 todo o tipo de veículo elétrico terá incentivo, para que, em 2040, alcance objetivo europeu, para deixar de ser comercializar veículos com motores a combustão!

Até 2030 há o objetivo, por parte do Governo, de criar mais de mil quilômetros de ciclovias, investimento total acima de 300 milhões de euros, para minimizar o volume de emissões de gases do efeito de estufa.

Em 2050 (neutralidade carbônica), para “reduzir as atuais 70 megatoneladas de CO2 por ano, para menos de 10 megatoneladas”.

Carro elétrico “revolucionário Concept CAR”

O carro foi desenvolvido em parceria com empresas dinamarquesa, alemã e britânica,  fabricado em fibra de carbono e alumínio. SIN é um novo tipo de veículo de piso plano e grande capacidade de manobra em espaços urbanos, feito com fibra de carbono. Preço? 20000 euros. Veja o Vídeo e diga se te agrada

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