A viabilidade do veículo elétrico no Brasil

(Foto: Pixabay)

Um levantamento da Fundação Getúlio Vargas aponta que mais de um milhão de veículos elétricos já se encontravam em uso em 2015, concentrados na Europa. A Noruega tem 23% de participação, seguida por Holanda, com 10%. Dinamarca, França, Reino Unido e Suécia somam 1% de participação cada.

Aqui no Brasil, representantes do governo e da indústria automotiva realizam  encontros para definir as diretrizes do Rota 2030.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, o ponto de partida é encontrar a forma como o País vai se posicionar diante das tecnologias existentes: “Precisamos inserir essas tecnologias e produtos aqui no Brasil para que possamos, gradualmente, fazer parte da discussão global do assunto”.

O governo brasileiro tem realizado estudos na área de eletromobilidade, como o projeto Promob-e, Sistemas de Propulsão Eficiente, feita pela Agência de Cooperação Internacional (GIZ), vinculada ao MDIC, em parceria com o Ministério Alemão de Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ, na sigla em alemão).

Mas a verdade é que o transporte coletivo elétrico está mais próximo de ter produção em escala industrial por causa das licitações. Enquanto isso o consumidor dos leves fica à mercê da possibilidade de subsídios que possam tornar o custo benefício da compra de um automóvel elétrico viável.

Alguns países já anunciaram sua intenção de tornar as novas alternativas de propulsão sua matriz energética para o futuro e assim banir veículos a combustão dos seus principais centros urbanos, caso de Alemanha e Índia (2030), França e Reino Unido (2040) Noruega (2025) e Suécia, o mais ousado de todos com planos maciços de eletrificação já para 2019. No Brasil, o debate é uma tentativa de resposta ao que o mundo já está propondo.

** Com informações da Automotive Business