Cuidados especiais com a alimentação dos filhotes

(Foto: Reprodução/ Google)

Transição entre o leite materno e a ração seca é delicado e necessita atenção

Quando se adquire um animalzinho, muito se fala dos cuidados necessários que se deve ter com filhotes e suas necessidades especiais. Entretanto, um assunto pouco abordado, mas imprescindível no cuidado dos pequenos é a alimentação.

A médica veterinária da rede 100% Pet em Barão Geraldo, Tatiane Pimpinati, ressalta a importância de se consultar um profissional para receber as orientações necessárias. “Quando se adquire um filhote, a primeira conduta a ser realizada é passar por uma consulta veterinária, dessa forma o profissional conseguirá avaliar e indicar a melhor nutrição para aquele animal, levando em consideração as características anatômicas, idade e as necessidades nutricionais individuais para aquele momento, pensando em raça e porte”.

É importante ressaltar que o período de amamentação do filhote é imprescindível, pois é nesse momento em que a mãe passa anticorpos ao filhote. “Caso a ninhada seja muito grande, nem todos os animais se alimentam adequadamente, então é necessário intervir e fazer um rodízio de mamas, ou, em casos extremos, introduzir substitutos ao leite materno, já existentes no mercado pet”, comenta Tatiane. No entanto, esse substituto não possui os anticorpos fornecidos pela mãe, então devem ser utilizados apenas sob recomendação de um médico veterinário.

(Foto: Reprodução/ Google)
(Foto: Reprodução/ Google)

O período de desmame dos filhotes, que diz respeito à transição entre o leite materno e a ração seca, deve ser administrado com cuidado, de forma gradual, assim como se faz com crianças, sem forçar o animal. Os dentes começam a partir dos 30 dias de vida, que é o momento ideal para se iniciar a transição. Neste momento, os dentes do filhote começarão a incomodar a mãe, e nesse processo se inicia o desmame.

“Nesse período de transição recomenda-se oferecer alimento pastoso, e gradualmente introduzir a ração seca”, afirma a veterinária. A diferença entre a papinha oferecida no mercado para as rações de filhotes é basicamente a consistência, sendo que os nutrientes permanecem os mesmos necessários para o desenvolvimento saudável do filhote. Assim, após o desmame, o recomendado é oferecer os alimentos especiais até que os dentes estejam firmes e o animal possa, gradualmente, começar a consumir ração seca. Após a transição, ele poderá ser alimentado normalmente com ração para filhotes.

** Com informações da assessoria de imprensa

 

+Notícias

 

Conheça a fisioterapia para os animais

Técnicas e aparelhos possibilitam um tratamento adequado e eficiente aos pets

A fisioterapia veterinária ou fisioterapia animal é uma área primordial que atua na reabilitação das mascotes que sofrem de problemas neurológicos, ortopédicos e também em casos de obesidade e condicionamento físico.

Existem diversas práticas nesse setor que ajudam na recuperação dos animais. Uma delas é a terapia através de exercícios, a cinesioterapia: “Ela tem como objetivo restaurar o movimento natural do corpo, melhorar a coordenação, equilíbrio, força muscular, além de auxiliar na perda de peso e prevenir novas lesões. Essa terapia abrange alongamento com bolas, fortalecimento e equilíbrio com o auxílio de prancha”, explica a Dra. Marina Gordillo, veterinária da Chanelle Pet Boutique.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Outra aplicação é a magneto terapia que possibilita relaxamento, auxílio na reparação de fraturas, atuando diretamente na consolidação delas. Também é utilizado para inflamações, dores, artroses e displasias. A eletroterapia é mais um método que funciona com o aparelho que promove contração e relaxamento, analgesia e também fortalecimento muscular, contribuindo no tratamento de tensões musculares e osteoartrites.

A laser terapia também está interligada na área de fisio. A Dra. Marina esclarece que ela é utilizada em processos inflamatórios, articulações, feridas, dermatites, e nos pós-cirúrgicos de fraturas e rupturas. Mas, a esteira ajuda? De acordo com a especialista, quando utilizada adequadamente promove melhorias no condicionamento físico, perda de peso e fortalecimento muscular. Marina afirma que os veterinários precisam da colaboração do tutor do pet, pois será necessário balancear a dieta do animal e dependendo da situação, evitar que ele suba e desça de lugares altos.

** com informações da assessoria de imprensa

 

Cão guia é sinônimo de fidelidade

Além de melhorar a qualidade de vida, eles facilitam o acesso dos deficientes visuais ao mercado de trabalho

Um registro em madeira, realizado na Idade Média, ilustra um homem cego, conduzido por um cão em uma coleira, provando que relação entre cães e seres humanos portadores de deficiência visual é muito sincera, e antiga. Os cães-guias foram relatados em alguns versos populares datados do século 16 e mencionados em livros sobre educação para cegos no século 19.

A adoção do cão guia começou a ser feita, de forma mais representativa, na época da Primeira Grande Guerra, momento este em que muitos soldados acabaram cegos. O médico alemão, Dr. Stalling, foi o precursor dessa ideia. Tempos depois, em 1916, a primeira escola de cães-guias do mundo foi fundada na Alemanha. Tal iniciativa foi logo seguida pela Grã-Bretanha e Estados Unidos. No Brasil, o cão-guia surgiu algumas décadas depois.

“Os cães-guias fornecem mais segurança e agilidade aos deficientes visuais. Além de melhorar a qualidade de vida, eles facilitam o acesso destas pessoas ao mercado de trabalho, proporcionando mais independência e promovendo a autoestima”, enfatiza a ambientalista Vininha F. Carvalho, editora do Portal Animalivre (http://www.animalivre.com.br)

No Brasil é difícil encontrar com pessoas com deficiência visual utilizando um cão-guia. São poucos os privilegiados que podem desfrutar desse recurso de mobilidade. O deficiente visual que pensa em trocar a bengala por um cão-guia tem duas alternativas: aguardar pacientemente na fila de espera de uma ONG brasileira ou cadastrar-se em entidades treinadoras no exterior.

As raças mais utilizadas para cão-guia são os golden retrievers, labradores e pastores alemães, sendo que as duas primeiras são reconhecidas como excelentes cães-guias, devido a sua inteligência, ética, rápido amadurecimento e capacidade de se adaptar a diferentes situações. “Para que trabalhe perfeitamente, o animal precisa seguir a rotina rígida, receber alimentos nos horários corretos, além de fazer visitas frequentes ao veterinário, orienta Vininha F. Carvalho.

O direito de ir e vir é garantido pela Constituição brasileira, inclusive para aquelas pessoas com algum tipo de limitação. Esses animais, que são especiais, também têm o direito de ir e vir. E garantido por uma lei federal, a de nº 11.126, assinada em 2005. Tanto os cães que já estão trabalhando, quanto os que estão sendo socializados precisam apresentar alguns documentos, caso seja requisitado, para ter o acesso liberado.

(Foto: Reprodução/ Google)
(Foto: Reprodução/ Google)

Apesar da lei, o deficiente visual e seu companheiro ainda enfrentam obstáculos. No caso de taxistas que se recusem a prestar serviço, deve-se acionar o DTP (Departamento de Transporte Público) e registrar a denúncia. Se for um estabelecimento, a pena pode ser o fechamento.

Pessoas cegas enfrentam outra situação muito difícil, o envelhecimento do animal e necessidade de aposentá-lo. Normalmente, um cão-guia trabalha entre oito e dez anos. O dia 26 de agosto de 2016 foi especial para o brasiliense Leonardo Moreno, 32, e o pernambucano Arthur Calazans, 46. Os dois são deficientes visuais e estiveram na Associação dos Delegados da Polícia Federal, em Brasília, para uma cerimônia onde receberam seus novos cães-guia. Desta vez, tratam-se de dois jovens cães-guia que irão substituir os Labradores Cirus e Jasmin, que cumpriram com dedicação cerca de nove anos junto a Leonardo e Arthur.

Os dois cães entregues também são da raça Labrador, e passaram por todo o preparo de praxe de cães-guia do Projeto Cão-Guia de Cegos do Distrito Federal. Eles viveram com famílias hospedeiras voluntárias por cerca de um ano, até atingirem a idade para o treinamento técnico. Essa etapa acontece por meio de uma parceria com profissionais do Corpo de Bombeiros.

Segundo Maria Lúcia de Campos, o Projeto Cão-Guia de Cegos do Distrito Federal já entregou 47 cães-guia para deficientes visuais no DF e outros Estados desde 2002. Em média, ocorrem três entregas por ano e a ação de preparo envolve o esforço de muita gente. Atualmente, existem oito cães em fase inicial de treinamento, três cães prontos e uma lista de espera de 300 pessoas aguardando um cão-guia.

Na cidade de Sapporo, no Japão, foi criado em 1978 por uma associação que cuida dos cães-guias, um asilo para cuidar dos cães que se aposentam, mais de 200 animais viveram seus últimos anos de vida no local.

No Brasil, a primeira dificuldade é encontrar outro cão treinado para entregar a um deficiente visual. “Saber qual é o destino deles, depois de aposentados é um grande desafio. Eles merecem ser tratados sempre com muito respeito e carinho, jamais poderão se sentirem abandonados depois de ter dedicado toda sua vida a esta nobre missão”, conclui a idealizadora do Dia Nacional de Adotar um Animal (http://www.adotarebomdemais.com.br).

** Fonte: Portal Animalivre

 

Magnus se consolida no mercado de alimentos pets

Principal canal entre uma indústria e o seu consumidor, o ponto de venda é um fator fundamental para que qualquer empresa ganhe espaço no mercado em que atua, afinal, é no estabelecimento comercial que ocorre a maior parte das decisões de compra. Sabedora disso, a Magnus já aposta há alguns anos em uma estratégia muito agressiva de trade marketing, responsável direta por aproximar a marca de seus clientes e, consequentemente, por consolidá-la como uma das principais fabricantes de alimentos para cães e gatos do país.

Apenas entre janeiro e outubro deste ano, a companhia realizou mais de mil ativações, que vão desde ações promocionais em estabelecimentos comerciais até a realização de corridas com donos e cachorros. “O grande objetivo com a presença constante nos PDVs é proporcionar aos revendedores mais um diferencial por trabalharem com os nossos produtos. Esses eventos aumentam muito a movimentação de consumidores e impulsionam a venda dos nossos itens ”, explica o gerente de marketing da Magnus, João Paulo Piza.

(Foto: Reprodução/ Google)
(Foto: Reprodução/ Google)

Além de investir na personalização das fachadas, a empresa realiza uma média de 60 ações promocionais todos os meses, em locais como agropecuárias, pet shops, clínicas veterinárias e supermercados. Todas elas contam com a presença da equipe de trade marketing e dos especialistas da companhia, que levam ao PDV um kit completo da marca (composto por tenda, inflável, mesa, som, banner e tapete personalizado) e distribuem amostras-grátis dos alimentos e brindes personalizados para os pets.

O executivo conta que os eventos no ponto de venda também são uma oportunidade para os especialistas da marca esclarecerem dúvidas e apresentarem os diferenciais de seus produtos. “Como lidamos com um consumidor cada vez mais crítico, nossos promotores levam amostras-grátis para exibição e experimentação, o que gera a confiança necessária para o cliente voltar à loja e adquirir os alimentos da Magnus”, pontua.

A maioria das ativações ocorridas na capital e no interior de São Paulo tem como grande atração o Magnus, belíssimo cão da raça Bernese e mascote da empresa. “Além das ações em estabelecimentos, o nosso time se dedica a organizar inúmeros outros eventos por todo o país, como encontros entre cães de raças diferentes e ‘cãominhadas’. Em paralelo a tudo isso, realizamos projetos sociais, com visitas do nosso mascote a instituições como a AACD, de São Paulo (SP), e o GPACI, de Sorocaba (SP)”, finaliza Piza.

Mais informações www.magnuspremium.com.br

** Com a colaboração da assessoria de imprensa

 

Cachorros são capazes de chorar com lágrimas?

Uma cadela chorando ao reencontrar seus filhotes. A cena que poderia ter sido comum, viralizou na internet por causa das possíveis lágrimas que escorriam de seus olhos. Por causa delas, o vídeo atingiu mais de nove milhões de visualizações no Facebook e 1,6 milhão de visitas no YouTube e gerou polêmica entre os internautas. Afinal, cachorros choram com lágrimas de verdade?

Que os cães têm sentimentos, não há dúvidas, lembram os especialistas entrevistados pelo UOL. E choram, só que sem lágrimas, diz a especialista em comportamento animal e professora da Unifesp Márcia Marinho. “Os animais são seres com capacidade de sentir e de expressar seus sentimentos, além de possuírem a capacidade de percepção, recentemente reconhecida pela ciência.”

Márcia explica que eles expressam tristeza e dor por meio de uivos ou sons pequenos e intermitentes, além de apresentar expressões e determinados comportamentos que facilmente são compreendidos como sinais de tristeza. “Entretanto, chorar com a liberação de lágrimas, somente o homem teria tal manifestação”.

Além disso, como o vídeo é muito curto e não é possível saber a situação da cadela, fica mais difícil saber o que aconteceu. Uma das hipóteses levantadas pelo veterinário João Francisco S. Guilherme, da Clínica Mirandópolis, em São Paulo, é que tenham colocado colírio nos olhos da cadela para realizar o vídeo. “O vídeo começa com a cadela de cabeça baixa e não sabemos o que aconteceu antes. Quando colocamos colírio costuma apresentar essa forma”. Ele também sugere outra situação em que pode ocorrer uma secreção lacrimal e pode ser confundida com lágrimas: uma obstrução do duto nasolacrimal por má formação, inflamação ou formação de cálculo.

Márcia lembra que assim como se observa aumento de saliva por causa do estresse ou excitação, também pode ser que haja aumento da secreção ocular por esses motivos. “São alterações fisiológicas que ocorrem em decorrência dos estímulos, isso poderia ser a própria manifestação da senciência (capacidade de sofrer ou sentir prazer), complementa, porém, ressalvando que a cadela precisaria ser analisada pessoalmente para se ter alguma conclusão.

O que não há dúvidas é o sentimento da fêmea em relação aos filhotes, que é de proteção. “Isso justificaria porque algumas fêmeas adotam filhotes de outras espécies”, diz Márcia.

Assista o vídeo: http://mais.uol.com.br/view/15570120

** Fonte: Portal UOL

Momento Fofura

Filhotes…

Pet da Semana

Essa pet estilosa é a Meg, a outra filha peluda da dentista Judith Camargo, irmãzinha da Anny que conhecemos na semana passada. Ela vai fazer dez anos de pura gostosura. A Meg foi adotada depois de passar por maus tratos ainda filhote, e sua vida transformou-se com o carinho, dedicação e respeito dos tutores. É meiga, carente e muito amada.

(Foto: Arquivo Pessoal)
(Foto: Arquivo Pessoal)

Quer ajudar os animais abandonados e não sabe como? Conheça a Nossos Peludos, empresa parceira do Organics News Brasil e Blog +Pets – www.nossospeludos.com.br