Até o governo não aceita mais a forma que a conta de luz é cobrada

(Foto: Pixabay)

As tarifas de energia subiram em cerca de 15%  acima da inflação entre janeiro e julho ficou em 2,94%.

O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, o corte de subsídios contribuirá para chegar a um preço mais “justo” nas tarifas de energia.

“Não dá mais para ser assim… As pessoas precisam entender a conta de luz. Não dá para ter um volume de subsídios que sequer passam pelo Orçamento, não dá para ter as pessoas pagando o que não sabem, as pessoas tendo que pagar pelo que não consomem”, afirmou.

O ministro referiu-se a encargos setoriais incluídos na chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), como irrigação, empresas que prestam serviços públicos de saneamento e tarifa social para consumidores de baixa renda. Eles também subsidiam geradores e consumidores de fontes incentivadas de energia, basicamente eólica e solar. Esses valores são divididos com todos os consumidores e acabam pesando no valor final da conta.

Moreira Franco também voltou a questionar decisão da Aneel de revisar o orçamento da CDE antes da audiência pública para tratar do tema. Pela proposta aprovada pela agência reguladora, o aumento no fundo será de R$ 1,446 bilhão, fechando em R$ 19,7 bilhões, até o momento.

Moreira Franco disse também que o desejo das pessoas é pelo fornecimento de energia limpa e que a política do setor deve caminhar nesse sentido.  O setor elétrico precisa encontrar fontes de financiamento para a geração eólica e fotovoltaica, similares às existentes para a geração hídrica.”

 

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