Carro elétrico compartilhado é testado em Porto Alegre

(Foto: Joel Vargas/ PMPA)

O carro elétrico com autonomia de 300 kms é da empresa chinesa BYD, referência em veículos elétricos no mundo. E a Empresa Pública de Transporte e Circulação gaúcha iniciou os testes durante 20 dias, para o carro elétrico compartilhado.

O objetivo é potencializar o compartilhamento de automóveis, como acontece com bicicletas do BikePoa, onde o usuário paga uma taxa, retira o carro em uma estação e circula por um período e faz a devolução em qualquer estação. “Nos próximos dias, será lançado edital para exploração desse tipo serviço na cidade, prevendo estações e carros disponíveis para utilização da população”, afirmou o diretor-presidente da EPTC, Marcelo Soletti.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

 

ALTA TENSÃO

 

Energia térmica do Japão cairá 40% até 2030

O relatório “Japão: Maior Segurança Energética Através de Transformações Elétricas Renováveis ​​em uma Economia Pós-Nuclear” contraria as previsões do Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão (METI). Ele também prevê que muitas das 45 usinas a carvão atualmente projetadas não chegarão a ser construídas. “Na transição energética no Japão, estão em jogo questões que transcendem a economia”, afirma o relatório.

Trump deve recuar em plano de Obama para conter aquecimento global

Segundo o chefe da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, o decreto “irá desfazer o Plano de Energia Limpa do governo Obama”, uma regulação ambiental que restringe as emissões de gases causadores do efeito estufa em usinas de energia movidas a carvão. A regra de 2015 está suspensa desde o ano passado, enquanto um tribunal federal de apelações considera um recurso de Estados favoráveis ao carvão, liderados por republicanos, e de mais de 100 companhias.

Perda com ‘gatos’ na rede elétrica chega a R$ 8 bi

Diariamente um volume de energia suficiente para iluminar Santa Catarina ou 7 milhões de habitantes é gatunado da geração elétrica nacional. São mais de 15 milhões de megawatts de energia/hora, que escorrem pelos cabos das ligações clandestinas. Em 2015 geraram prejuízo superior a R$ 8 bilhões, segundo estudo do Instituto Acende Brasil, especializado no setor.