Central eólica com drones: a última na Holanda

(Foto: Unsplash)

O Dutch Aerospace Center e a startup Ampyx Power apresentaram um projeto para um novo tipo de central eólica offshore que usará drones para produzir energia.

Para que a central eólica offshore funcione, o aparelho terá de alcançar uma altura de 450 metros nas áreas costeiras, onde a velocidade do vento normalmente atinge maiores velocidades.

Segundo a Global Energy World, este novo tipo de central eólica pretende tornar-se um substituto econômico para parque eólicos obsoletos, em plataformas já existente, o que vai diminuir significativamente o custo do AP4, dizem os técnicos.

O AP4 já recebeu alguns recursos da TKI Wind op Zee, uma organização governamental holandesa que se dedica ao financiamento de projeto para novas centrais de produção de energia eólica e que tem o objetivo de diminuir o custo de construção de parques eólicos em cerca de 40% até 2020.

Modelo de hidrelétricas de Bolsonaro está encerrado, diz Ministro do MME

O fim dos mega projetos hidrelétricos se encerra com o governo Temer, segundo seu ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Ele disse “que a fonte hídrica já não dá mais segurança do que deu no passado”, por causa das condições climáticas e que, portanto, “não justificam mais grandes investimentos”.

O futuro presidente Jair Bolsonaro sinalizou que vai retomar obras na Amazônia e até conversou com uma liderança indígena propondo royalties para as nações que tiverem suas reservas atingidas em futuras plantas de energia.

Essa é uma ótima sinalização para uma política energética que compreenda a necessidade de priorizar energia limpa e sustentável, com menor impacto ambiental e que atenda demandas específicas regionais.

Moreira Franco ainda defende termelétricas movidas a gás natural.

Criticas ao peso dos tributos na conta de luz

“É incompreensível alguns estados cobrarem 35%, 36% de ICMS sobre um bem que é fundamental para as pessoas. A energia precisa ser barata, pois há muita gente que a consome”, disse o ministro ao participar, na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, do lançamento de um aplicativo para celulares.

“Se cobramos 36% [de ICMS] na conta de energia elétrica; 35% sobre o [preço] do combustível; é para manter uma máquina que, visivelmente, não está cumprindo com suas obrigações essenciais”, acrescentou Franco, mencionando a crise fiscal enfrentada por muitos estados e municípios.

ALTA TENSÃO 

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O problema é que não há especificado no pedido como o consumidor seria beneficiado. Mas fica claro que o dinheiro vai para reforçar o caixa das distribuidoras num período de crise hidrológica e alto custo térmico.

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O APP não inclui impostos como ICMS, PIS/Cofins e taxa de iluminação pública.

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O presidente do Senado, Eunício Oliveira,  informou que o leilão poderia arrecadar até 130 bilhões de reais.

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