Estudo: Vento do sol pode tirar água de rochas lunares

(Foto: Divulgação NASA)

Nosso espaço hoje homenageia as possibilidades. Muitas estão lá fora. Sabemos que água e energia estão diretamente relacionadas. Então vem os cientistas e nos hidratam com essa possibilidade.

A descoberta

Quando o vento solar vai em direção à superfície lunar, na velocidade de 450 km/s, enriquece a superfície com ingredientes que permitem produzir água.

“Pensamos na água como um composto especial e mágico. Mas isto é surpreendente: todas as rochas têm potencial para produzir água, especialmente depois de ser irradiada pelo vento solar”, conjectura William M. Farrell, físico de plasma do Goddard Space Flight Center da NASA. E concluí que o Sol envia protões à Lua, originando átomos de hidrogênio. Consequentemente, resultam na molécula de hidroxilo, um componente da água (H2O).

A simulação de Tucker apoia a ideia do vento solar ser o principal motor, acompanhando o ciclo de vida dos átomos de hidrogênio na Lua. Outros cientistas acreditam que os impactos dos meteoros desencadeiem as reações químicas necessárias para originar água ou os seus componentes.

Quantidade de hidrogênio difere de região para região

“Todo o processo é como uma fábrica de produtos químicos”, disse Farrell. A simulação concluiu que, sempre que o vento solar passa pela superfície da Lua, existem quebras de ligações entre os átomos de ferro, silício e oxigênio.

Brasil a caminho de se tornar oitava potência eólica do mundo

O estudo da consultoria A.T. Kearney, publicado pelo Valor Econômico estima que, até 2026, a capacidade de geração eólica no país deva duplicar no Brasil e, assim sendo, torna-se a 8ª maior potência do setor.

De acordo com Cláudio Gonçalves, especialista no setor elétrico da A.T. Kearney no Brasil, alguns países como a Espanha, China, França, Alemanha, Estados Unidos e Dinamarca estão em maior destaque. Apesar disso, Cláudio acredita que o Brasil tem um enorme potencial para ultrapassar a Holanda, a Itália e o Reino Unido, publicou Portal Energia.

Usina produzirá energia limpa para a Unicamp

Em parceria com a CPFL, o programa prevê investimento de R$ 8,1 milhões (US$ 2,1 milhões) para viabilizar o Campus Sustentável. Do total, R$ 3,4 milhões (US$ 871,8 mil) são destinados às ações de eficiência energética e R$ 4,7 milhões (US$ 1,2 milhão) em pesquisa e desenvolvimento. O convênio prevê iniciativas em pesquisa e desenvolvimento, eficiência energética e redução do consumo de energia elétrica no campus nos próximos anos.

ALTA TENSÃO

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