Gigantes da energia aumentam lucros com aposta em gás natural

(Foto: Pixabay)

As companhias de petróleo estão com muito gás. Além do petróleo, a demanda mundial por combustíveis que possam mitigar emissões de gases do efeito estufa geram outra órbita de lucros fantásticos.

BP (BP.L), Exxon Mobil (XOM.N), Shell (RDSa.L), Total (TOTF.PA) e Chevron (CVX.N) ampliaram em conjunto sua produção de gás natural em 15% na última década, graças a melhor tecnologia e cortes de custos, segundo dados da consultoria Wood Mackenzie.

Crescimento esperado de 4% ao ano, até 2023.

O gás responde hoje por 61% da produção, contra 47 por cento há 10 anos, segundo a Wood Mackenzie. A Exxon avalia que o uso de gás natural deve crescer a um ritmo maior que qualquer outra fonte de energia até 2040, atingindo uma fatia de um quarto da demanda global nesse período.

E o Brasil? A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi de aproximadamente 2.607 Mbbl/d (mil barris por dia) e 112 MM m³/d (milhões de m³ por dia), respectivamente, totalizando em torno de 3.311 Mboe/d (mil barris de óleo equivalente por dia). Na última edição de maio de 2018, o País concedeu 304 áreas, operadas por 31 empresas. Destas, 77 são marítimas e 229 terrestres.

De acordo com a Agência Internacional de Energia, o Brasil é o 10º produtor mundial de petróleo e o maior produtor da América Latina. Em outubro de 2017, a produção de petróleo no Brasil foi de 2,6 milhões de barris por dia; a de gás foi de 115 milhões de m³ por dia. Entre 2005 e 2016, a produção de petróleo e gás no Brasil gerou, somente em participações governamentais (royalties e participação especial), R$ 295 bilhões.

Petrobras vai gerar energia eólica no mar

A ideia é instalar torres de geração eólica, ou aerogeradores, ao lado de plataformas em campos rasos do Nordeste, região brasileira com maior potencial de vento. A previsão é que a planta-piloto comece a funcionar em 2022.

Em janeiro, complexo eólico no Ceará, de propriedade da Echoenergia, teve média superior a 60%, contra 25% da média mundial. No Brasil essa geração ultrapassa os 13 mil MW e, com os leilões já realizados, deve atingir 17,8 mil MW em 2023. A geração eólica abastece 10% da população brasileira, ou 22 milhões de pessoas, segundo dados da Associação Brasileira de energia Eólica (Abeeólica).

Fonte: Estadão Conteúdo

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