Na Áustria, província já consome eletricidade 100% verde

(Foto: Reprodução)

Uma das principais províncias austríacas, “A Baixa Áustria, conseguiu cobrir 100% de suas necessidades de eletricidade com energia renováveis”, disse o governador Erwin Pröll, no 37º aniversário de um referendo em que a Áustria renunciou definitivamente ao uso da energia nuclear.

A Baixa Áustria, com 1,65 milhões habitantes, reduziu a zero o uso de energias fósseis, depois de investir 2,8 bilhões de euros desde 2002. A matriz energética agora são 63% de energia hidrelétrica, 26% eólica, 9% de biomassa e 2% de energia solar.

De acordo com o governo provincial, 300.000 pessoas participaram no programa de transição de energia local, incluindo isolamento de suas casas e instalação de painéis solares. A Baixa Áustria também conta com 36.000 “empregos verdes”.

A Áustria, um país de 8,5 milhões de habitantes, quer diminuir nos próximos 15 anos metade das suas necessidades para  energia renovável.

Fonte: Uol

 

ONU alerta: Corte de CO2 não atinge metade da meta

Dos 196 países membros da Convenção do Clima da ONU, 146 entregaram seus INDCs, afirma o Pnuma, mas, na melhor das hipóteses, eles seriam capazes de derrubar as emissões até 54 GtCO2/ano em 2030. Para evitar o acréscimo de 2°C seria preciso que as emissões baixem até 42 GtCO2/ano.

OU seja, a soma de cortes de emissões para a cúpula do clima de Paris em dezembro não é metade  necessária para frear o aquecimento global “perigoso”, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O melhor cenário que se pode esperar hoje na projeção para o ano de 2030 é um corte de 11 GtCO2/ano (bilhões de toneladas de CO2 por ano) na cota global. O corte teria de ser de 23 GtCO2/ano

Fonte: G1

 

É chover no molhado, mas vem o alerta: Temperatura no  Atlântico influencia chuvas na Amazônia

O estudo foi apresentado no VI Simpósio de Climatologia. O estudo da Universidade do Amazonas (UEA) em parceria com o Sistema de Proteção da Amazônia, identificou que a variação na temperatura do oceano Atlântico Sul interfere no regime de chuvas da floresta, podendo causar excesso ou escassez de chuvas.

A pesquisa foi realizada pelo graduando em meteorologia da UEA, Luan Carvalho. Segundo ele, o aquecimento do Atlântico Tropical Sul influencia no posicionamento da zona convergência intertropical, que é uma banda de nebulosidade (cobertura do céu por nuvens) que envolve o globo formado pelos ventos alísios oriundos de sudeste do Hemisfério Sul e de Nordeste do Hemisfério Norte. Esses ventos ao convergirem em baixos níveis trazem umidade que causam elevação para níveis mais altos da atmosfera devido ao aquecimento da superfície da terra, gerando assim nebulosidade e posteriormente as chuvas.

Para o meteorologista do Sipam, Renato Senna, as condições do oceano vão definir uma alteração no padrão de chuvas que vai ocorrer nos meses seguintes. “

Fonte: Portal D24Am

 

Alta Tensão

 

Geração de energia pelos ventos bate novo recorde

Na segunda-feira (2), a geração eólica no SIN alcançou 4.215 MW médios, superando os 3.921,5 MW médios gerados no dia 09 de agosto deste ano.

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Estudos demonstram a importância dos indígenas na manutenção de florestas Estudos do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia expõem a importância da demarcação das terras indígenas para reduzir o desmatamento e mitigar os impactos das mudanças climáticas.

Detalhes no site Racismo Ambiental

 

Bahia supera a marca de 1GW na produção de energia eólica

A Bahia tem 46 parques eólicos e é o quarto maior estado brasileiro em produção de energia eólica. A potência instalada de 1,2 GW foi atingida em setembro, depois que os parques Caetité A, B e C entraram em operação.

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