2112: CEOs com inteligência artificial no comando de grandes corporações

(Foto: Piaxabay)

Na contínua especulação do futuro que nos cerca, a mente dos nossos biocientistas trabalham na velocidade da luz, para  concretizar o imaginário que domina as telas de cinema. Um humanóide no comando de grandes corporações, sem sentimentos envolvidos, apenas com pensamento lógico, coletor de todas as estratégias bem sucedidas nos milênios empreendedores, poderá fazer diferença para vencer concorrências? E quem estará no topo para administrar esses tecnorobôs executivos terá alguma chance em garantir segurança nas decisões?

Embora no último século tenhamos visto transformações tecnológicas incríveis, os próximos 100 anos prometem abrir caminho para um salto de gerações, surpreendente. A inteligência artificial já está em nossos telefones, carros, algumas casas e ganhando e, certamente, cada vez mais nas empresas. Siri, da Apple e o Google Now, já reconhecem comandos por voz e dão resultados.

AI baseia-se na capacidade de um software realizar tarefas e serviços no lugar de seres humanos, baseadas na experiência do usuário, no reconhecimento e na capacidade de acessar informações como condições meteorológicas ou de tráfego, notícias, preços das ações, horários dos usuários, entre outros.

E as startups trabalham arduamente para que a Inteligência Artificial otimize processos demorados em segundos. Especialistas profetam que cerca de 62% das organizações estarão utilizando seus recursos, de alguma forma, a partir deste ano, 2018.

A BCC Research mostrou que esse “mercado” de “máquinas inteligentes”, que incluem softwares, sistemas, robôs, assistentes digitais e neurocomputadores, alcançou US$ 5,3 bilhões no ano de 2013 e em 2019 deve chegar a US$ 15,2 bilhões representando um crescimento anual médio próximo a 20%. Segundo o estudo, as “máquinas” são definidas pela capacidade de aprender e se adaptar de acordo com as mudanças que podem ocorrer em tempo real, pela capacidade de comunicação com as outras máquinas e também de operar sem a supervisão de seres humanos.

Fonte: HE:labs.com