Piracicaba, a Doçura da Terra

(Foto: Divulgação)

Não é qualquer cidade do mundo que precisa de três livros para contar sua história. Piracicaba, no interior de São Paulo, é uma delas. Portentosa pela sua gente e sua arte, tornou-se grande nos ciclos do café e da cana de açúcar. O principal, no entanto, são histórias protagonizadas pelo seu povo.

Feliz a gente que tem entre os seus, pessoas como o jornalista e escritor, Cecílio Elias Neto, autor da trilogia que retrata as coisas de Piracicaba nos seus 250 anos.

O lançamento nesta semana do livro Piracicaba a Doçura da Terra, completa a obra. Antes foram lançados – Piracicaba que Amamos Tanto e Piracicaba – Um Rio que Passou em Nossa Vida.

(Foto: Helvio Borelli)

Cecílio é um jornalista que cumpre uma das missões da profissão: contar histórias. Dono de texto exuberante e amante das coisas de sua cidade retrata uma história rica na cultura e na arte assumidamente, caipira. Seu rio, fonte de vida, suas pessoas e o fruto da terra são instrumentos para contar duas centenas e meia da vida de Piracicaba.

Acredito que nada se faz sozinho, começando pela própria existência, pelos sabores e na criação. O encontro de Cecílio com o editor Arnaldo Branco Filho é uma das coisas só explicada pelo acaso. Pão e vinho, goiabada e queijo, sei lá. A verdade é que deu certo. A arte das letras com a arte da forma e das escolhas.

Enfim, o que faltava se realizou. Arnaldo nasceu em São Paulo, adotou Jandira e foi abraçado por Piracicaba.

Desde o dia 28 de Agosto de 2017, o jornalista Arnaldo Branco Filho é Cidadão de Piracicaba.