Agricultura digital marca o futuro do agronegócio

(Foto: Pixabay)

A união da agricultura de precisão, Internet das Coisas e os sites de conectividade é palavra de ordem no campo para o futuro agrotech. O professor e engenheiro agrônomo, Guilherme Silva Raucci, fez o estudo “Agricultura Digital e os impactos na cadeia de produção de alimentos”. Ele acredita que a agricultura digital pode tornar as cadeias de valor mais inovadoras, transparentes e sustentáveis.

Sua carreira na DeltaCO2, uma Startup criada para investigar a relação entre agricultura e mudanças climáticas, foi o start de tudo. Na Agrosmart, ele vem ajudando agricultores e empresas a usarem a agricultura digital para produzir alimentos com mais eficiência e gerar mais impacto positivo em suas cadeias.

Avanço de agronegócio ajuda a turbinar indústrias e startups 

Seminário promovido pela Folha traz uma luz sobre projetos inovadores, complexos e fora do ambiente de negócio. O que precisam para ser assertivos?

“A inovação não é uma coisa desplugada do ecossistema. O resultado do projeto tem que atender a uma demanda potencial de mercado por aquele produto ou serviço”, completa Marcelo Camargo, diretor regional da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Ele lista que, plano bem definido, traz os elementos abaixo.

1- Risco: É preciso investir tempo, recursos e energia para que um projeto de inovação avance. E cada etapa desse processo (pesquisa, desenvolvimento, testes e produção para comercialização) tem um custo associado. “Se não houver risco, não existe inovação. No máximo, uma melhoria de processo”, diz Reilly Rangel, CEO do Parque Gyntech, de Goiânia, um centro de auto rendimento e investimento no setor.

2 – Abrangência: É preciso ser inovador para o mundo, o país, o estado ou até mesmo o setor no qual a empresa atua. Só não pode ser inovador apenas para a empresa. “Nesse caso, mais uma vez, não se trata de uma inovação, e sim de uma melhoria interna”, afirma Camargo.

3 – Market Share: A inovação mexe com o status quo da concorrência. “É preciso impactar o mercado, tanto o próprio negócio quanto o de outras empresas do setor”, diz Rangel.

4- Lucratividade: Todo processo de inovação deve visar o lucro para a empresa desenvolvedora, seja por um incremento na produção, seja por uma economia em determinado processo.

5- Externalidade: Um bom projeto de inovação produz benefício social, econômico e ambiental não apenas para a empresa, mas também para a comunidade. “Ela será a consumidora desse produto ou serviço”, diz Marcelo Camargo

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Carrefour compra startup Zaitt para ter venda 100% autônoma 

Uma  nova loja em São Paulo terá todo o processo de compra por meio de aplicativo. A unidade, no bairro do Itaim, é a segunda aberta pela startup e conta com um sistema automático de identificação de produtos por meio de sinais de rádio. Com Rappi, Carrefour quer ser o líder no e-commerce de alimentos. A ideia é ultrapassar o concorrente,
Grupo Pão de Açúcar, em dois ou três anos.

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