Iniciado mapeamento das startups do agronegócio

(Foto: Tony Oliveira/ Reprodução RVTV)

O workshop foi ministrado pelos consultores Valto Loikkanen e Óscar Ramírez, da Startup Commons, especializada em treinamentos de inovação e consultoria de desenvolvimento de ecossistema. A empresa é sediada na Finlândia e tem escritórios nos Estados Unidos, Hong Kong e Estônia.

“Estamos começando o mapeamento do ecossistema de inovação das startups e o workshop servirá para nivelar as equipes para entenderem como funciona a metodologia e como será o trabalho realizado em cada estado”, explicou Paulo Araújo, coordenador de Inovação da Diretoria de Conhecimento e Inovação do Senar.

“Queremos identificar a estrutura das startups no país para fomentar o desenvolvimento de tecnologia em cada região onde há ecossistemas favoráveis”, ressaltou o coordenador técnico do ICNA, Carlos Frederico Dias. Débora Chagas, coordenadora de TI e startups do Sebrae Rio Grande do Sul, afirmou que o estado já possui em torno de 20 startups voltadas para o setor agropecuário devido principalmente à demanda do produtor rural.

“Nosso objetivo agora é fazer um diagnóstico exato do ecossistema no estado e a partir daí definir uma estratégia assertiva para o desenvolvimento de startups. Entendemos que o fomento de startups e a transformação digital é a próxima revolução do segmento agropecuário.”

O evento também contou com a participação das unidades estaduais do Sebrae. Débora Chagas, coordenadora de TI e startups do Sebrae Rio Grande do Sul, afirmou que o estado já possui em torno de 20 startups voltadas para o setor agropecuário devido, principalmente, à demanda do produtor rural.

Startups: errar para corrigir rumos, diz um dos papas do setor

Na reportagem da revista exame, no Campus Party Brasil, Uri Levine, fundador do aplicativo de GPS Waze, acredita estimula o erro para chegar ao sucesso fazendo ajustes em apps com base em percepção de usuários. Levine ressaltou a necessidade de falhar para encontrar o caminho certo para o sucesso. Por isso, para ele, é importante ir logo ao mercado do que esperar a perfeição de um produto e descobrir, com base em feedbacks de usuários, os ajustes necessários.

Levine ressaltou também a importância de reavaliar a proposta da sua startup conforme o tempo passa para não deixar passar oportunidades, como aconteceu com a Microsoft, cujo CEO, em 2008, disse que o iPhone não tinha chances de conseguir uma parcela de mercado significativa. Essa postura, segundo o executivo, pode ser até mesmo razão do fim de grandes montadoras, que estão em um mercado que pouco mudou nos últimos cem anos.

O delivery será de motoboys ou robôs?

O SoftBank, gigante japonês com fundo de investimento de US$ 100 bilhões, anunciou um aporte de cerca de 3,5 bilhões de reais na startup de delivery autônomo Nuro. Criada em 2016, a Nuro quer investir num veículo elétrico sem motorista, para entregas de curta distância. Esse trecho é conhecido no mercado de delivery como last mile ou última milha. Hoje, a Nuro possui frotas em estados como Arizona, Califórnia e Texas.

O veículo autônomo pode suportar até seis sacolas de compras, divididas em dois compartimentos, como se vê abaixo:

(Foto: Nuro/ Reprodução)

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