DESMATAMENTO NA REGIÃO DA AMAZÔNIA LEGAL CAI 82%

O relatório anual de desmatamento na área da Amazônia Legal da última década informa que o índice de desmatamento caiu para 82%. Entre agosto de 2013 e julho de 2014, teve uma queda de 15%, o equivalente a 5.891 km². É a segunda menor taxa  registrado na Amazônia Legal desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais começou a medir, em 1988.

A medição é feita entre os meses de agosto e julho porque compreende o chamado “calendário do desmatamento”, relacionado com as chuvas e atividades agrícolas na região, que abrange os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roariam e Tocantins. O mapeamento faz parte do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), sistema oficial de medição que analisa 214 imagens de satélite.

(Foto: Globalgeo)
(Foto: Globalgeo)

Os estados que mais reduziram a taxa de desmatamento foram Mato Grosso (-91%), Rondônia (-82%) e Pará (-79%). Os que menos reduziram: Acre (-58%), Amapá (-33%) e Roraima (-30%). Mato Grosso é o maior produtor de soja do País, mas a maior parte da produção não está em área desmatada da Amazônia, segundo o Ministério do Meio Ambiente.

Para cumprir a meta de mudança climática até 2020, a taxa precisa estar em 3915 km2 na Amazônia Legal. E o governo precisa calcular a quantidade de reflorestamento e de áreas devastadas, conforme exige o Código Florestal Brasileiro. O Instuto Imazon afere de outra maneira, e informa que o desmate cresce na região Norte, apesar de considerar a boa a notícia, segundo publicado no G1.

 

Alta Voltagem

 

Usina nuclear do Japão só vai gerar energia em setembro, mas já tem uma segunda programada.

Deu na France Press. O reator nuclear reativado no Japão, após dois anos sem gerar energia, começou na funcionar, segundo  a empresa Kyushu Electric Power. Mas só terá operação comercial em setembro, depois de todos os testes.  A central de Sendai fica na ilha meridional de Kyushu.

Após o acidente de Fukushima em março de 2011, o Japão desligou progressivamente todos os reatores nucleares para uma manutenção de rotina. Uma segunda unidade da mesma central pode seguir os mesmos passos em breve, segundo os empresários.

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Minas Gerais está nos planos de energia nuclear

Minas Gerais é considerado o estado com maior potencial para receber parte das quatro usinas nucleares projetadas pelo governo federal para construção até 2030. A informação é do presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim.

 

 

CEMIG estuda investir R$ 4 bilhões em usina solar 

Se confirmado, o empreendimento será implantado em três anos. Isso deve ocorrer ainda na atual gestão e sócios para o negócio já estão sendo procurados.  Os altos níveis de insolação em Minas Gerais são um dos principais motivos para se fazer o investimento.

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Impactos ambientais também são sociais?

O artigo da revista eletrônica do Greenpeace questiona se a posição do governo de retirar o componente social do processo de licenciamento ambiental, acelerando as obras de infraestrutura, é correta ou se trata apenas de uma desculpa para retomar as obras energéticas.

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