Reflexões sobre a pré-história…

(Foto: Pixabay)

Lá em tempos ancestrais, as coisas eram bem diferentes do que se pode imaginar hoje….

Ignorava-se o vínculo do sexo com a procriação. Não havia noção de casal. Todos pertenciam a todos. O cruzamento era indiscriminado. Com isso crianças tinham vários pais e mães…

Na Grécia, a mulher era desvalorizada e só o homem podia ser amado. Surge a efebia, o relacionamento de um homem mais velho com um efebo adolescente. O cidadão grego tinha relacionamento com a mulher, com a concubina e com os efebos.

Em Roma propaga-se o conceito de que o homem deve ser prudente e controlado.Era ato indigno para o homem soldado romano fazer sexo oral com as mulheres.

Antiguidade

A mulher é tida como insaciável e necessitava de muitos homens. O cristianismo valoriza a castidade e considera o ato sexual imundo.

Idade Média

É o berço do amor cortês, romântico. O homem servindo à dama e suplicando por sua atenção.

Renascença

A mulher ou é Santa ou Feiticeira. Objeto de adoração ou depósito de luxúria. Precursoras do feminismo.

Iluminismo

Surge a galanteria, sedução e adultério.

Romantismo

A sociedade passa a valorizar acultura e as pessoas mais instruídas.Era bonito estar pálido, sofrer de insônia e de melancolia. Havia manuais que ensinavam as mulheres a desmaiar.

Século XX

O carro e o telefone mudaram o relacionamento. Era possível marcar um encontro e ter privacidade longe dos portões da casa e dos olhares da família.

Pós-Guerra

O casamento por amor vira regra. A busca agora é por um par ideal. Predetermina-se como deve ser um relacionamento, o que cada pessoa deve sentir e como reagir.

Anos 60

É a década da evolução sexual. Surge a pílula anticoncepcional, popularizam-se os movimentos gay e feminista. A busca pelo prazer competindo com o amor. Surgem novos tipos de relacionamento como o casamento aberto. Foi primeiro em São Paulo que a bossa-nova estourou com Chega de Saudade e João Gilberto. Foi na Paulicéia que o Tropicalismo, a Jovem Guarda e os Festivais de Música aconteceram.

Texto: Mario Albanese