16 de setembro: Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

(Foto: Freepik)

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em comemoração  a assinatura do Protocolo de Montreal.

A ONU convoca este ano a população mundial a agir para preservar a camada de ozônio sob o Protocolo de Montreal.

“Por mais de três décadas, o Protocolo de Montreal fez muito mais do que encolher o buraco na camada de ozônio; ele nos mostrou como a governança ambiental pode responder à ciência e como os países podem se unir para enfrentar uma vulnerabilidade compartilhada”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Considerada o “escudo natural da Terra”, a Camada de Ozônio protege a superfície do planeta da incidência de radiação solar, também conhecida como raios ultravioleta, extremamente nociva para a saúde de todos os seres.

Com a industrialização desenfreada, as substâncias químicas emitidas foram destruindo a camada de ozônio, permitindo o aquecimento do planeta. Uma das principais causas é o Clorofluorcarbono (CFC), um composto sintético gasoso usado em solventes, sprays, geladeiras, ar-condicionado, entre outros, desde 1928, quando a substância foi sintetizada nos Estados Unidos.

Foi apenas na década de 1970, que os cientistas começaram a suspeitar que o CFC estivesse provocando um enorme rombo na camada. Mais de uma década depois, o geofísico inglês Joe Farman comprovou o fenômeno durante uma expedição à Antártida.

A solução encontrada pelos cientistas foi banir o uso de CFC e reduzir a produção e o consumo de Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio (SDOs). A decisão foi ratificada pelo Protocolo de Montreal – tratado internacional assinado por 197 países em 1987.