Energia Solar: uma alternativa sustentável

(Foto: Pixabay)

Tarifas mais caras, apagões e racionamento de energia, são motivos mais que suficientes para o Brasil avançar no aproveitamento de alternativas do setor, entre elas a exploração da energia solar.

Além dos fatores econômicos, a energia captada do sol, é limpa e contribui para retirar da atmosfera os gases nocivos e colabora para eliminar o efeito estufa, que comprovadamente vem alterando o clima na terra.

Ter a energia solar dentro de nossa matriz energética não é sonho, mas precisa da adoção de medidas que visem baratear o custo através de políticas públicas que eliminem o alto custo para a instalação de suas usinas. Para ter uma ideia dessa questão econômica, um dos componentes na captação são as células de silício que integra o painel fotovoltaico, principal componente numa usina, tem como maior produtor a China, que compra o silício do Brasil, dono das maiores reservas do mundo.

Os chineses já instalaram um escritório em São Paulo, mas é preciso muito mais, como a vontade de governo de estabelecer políticas para o setor. Por enquanto temos apenas iniciativas isoladas como a usina instalada em Tubarão, no Estado de Santa Catarina, que desde o ano passado produz 3 mil MW ( megawatt), suficiente para abastecer 2 mil e 500 residências e é hoje a maior usina de energia solar do país. No semiárido da Bahia a Renova está em fase final de construção para produzir 4,8 mil MW. Outra boa iniciativa acontece em Fernando de Noronha, onde uma usina solar produz 4% da energia consumida na ilha.

Imaginem uma cidade como São Paulo, com seus prédios cobertos por painéis fotovoltaicos, seria uma grande contribuição ecológica e econômica. Vontade não falta, o que não temos é uma política publica para o setor.