Empresas querem mercado de negociação de carbono no Brasil

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(Foto: Pixabay)

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) divulgou uma carta em que defende a precificação de carbono no Brasil.

O Itaú Unibanco, a Natura e a Lojas Renner são algumas das empresas que aderiram ao documento, que já possui 30 assinaturas, durante evento que acontece paralelamente à Semana do Clima, em Salvador (BA).

Na carta, o CEBDS amplia o número de empresários que estão trabalhando para mitigar o efeito estufa. O objetivo é incentivar mais investimentos, garantir a competitividade entre companhias e estimular a inovação tecnológica de baixa emissão no país.

A presidente do CEBDS, Marina Grossi, afirma que a oferta de redução de emissões de gases de efeito estufa é uma vantagem competitiva para o Brasil atrair investidores privados nacionais e internacionais.

A coordenadora geral de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Ministério da Economia, Ana Luiz Camploni, que esteve no evento, disse que o governo considera o mercado de negociação como uma alternativa mais viável para precificar o carbono.

** Com informações do Estado de S.Paulo e da Época Negócios