Café do Centro completa 100 anos com nova identidade visual

(Foto: Luciana Almeida)

O Café do Centro – marca da empresa Brasil Espresso – lançou uma versão mais moderna e sofisticada do seu logotipo, modificado em comemoração ao seu centenário. Vendida em edições limitadas, a nova identidade visual estará nas embalagens de latas e cápsulas dos seis sabores da linha Cafés Especiais de Origem, que representam cada uma das regiões produtoras do café.

Reconhecida pela Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) por vender grãos de origem arábica, a marca possui o Selo de Sustentabilidade Rainforest Alliance Certified (RAC), que atesta a credibilidade das fazendas que cultivam o café de uma marca.

Segundo o vice-presidente Comercial e Marketing da Brasil Espresso, Eduardo Bendzius, a empresa se preocupa não só com o meio ambiente, mas também como impacta a sociedade. “É uma preocupação muito grande dentro do grupo e que vai além da ecologia, do impacto na fauna e na flora. Você também pensa como vai impactar as pessoas que vivem na região”, explicou.

Apesar do crescimento com a preocupação ambiental na agropecuária, Bendzius afirmou que ainda são poucos os clientes que exigem ou se interessam pelo selo RAC ao comprar os produtos da empresa. “O principal deste selo é como a gente consegue envolver os clientes nisso. O McDonalds, pra quem a gente fornece café, por exemplo, exige o selo Rainforest e ele mostra para o consumidor que tem o selo” contou. “Espero que mais clientes peçam o certificado”, concluiu o vice-presidente.

Para este ano, a Brasil Espresso apostará em novos produtos para expandir o seu portfólio gourmet. Uma das apostas da empresa é investir mais em café orgânico, que já compõe as marcas Astro Café e Danza, para atender a demanda dos consumidores.

“Nós notamos que o orgânico agrega valor e o consumidor busca. Uma empresa gourmet que tem um posicionamento e o valor agregado é diferente dos outros cafés tradicionais do mercado. Então o orgânico precisa fazer parte do portfólio. O consumidor exige e você tem que atendê-lo”, afirmou Bendzius.

Para Eduardo, o brasileiro ainda está abaixo desta discussão em relação ao europeu e o alemão.