Indústria de matérias-primas biológicas quer se aproximar do consumidor

(Foto: Pixabay)

Convencer os consumidores sobre a importância da indústria de matérias-primas biológicas renováveis, que atua com organismos vivos para substituir os derivados fósseis, e das vantagens ambientais dos bioprodutos é o principal desafio, disse Maurício Adade, presidente do conselho da Associação Brasileira de Bioinovação, ao Valor Econômico.

“Existiram no passado muitas controvérsias sobre o benefício da biotecnologia, e ainda existe uma pequena conotação negativa. Temos que traduzir ao público que tudo o que começa com ‘bio’ é o que faz o mundo melhor. Quem tem uma visão mais holística do que vai acontecer com esse planeta está investindo em biotecnologia”, avalia Adade.

O executivo diz que está com um “otimismo cauteloso” em relação ao futuro do país e que é preciso articular essa indústria com o governo Bolsonaro. “Temos que demonstrar que o desenvolvimento econômico está intimamente ligado à bioeconomia no Brasil”.

Adade acredita que o crescimento da bioindústria é um caminho sem volta. “Não tendo incentivo, não significa que não se fará nada. Mas quanto mais incentivos, maior o crescimento. Por isso temos que demonstrar os benefícios da biotecnologia”.

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