Vamos nos indignar?

(Foto: Pixabay)

A primeira quinzena de outubro terminou com tantas notícias ruins, que nem vale a pena recordar, mas há algumas reflexões que devemos fazer:

  • O atentado na Somália, o maior depois do 11 de setembro, registra mais de 300 mortos e não teve nenhuma grande manifestação nas redes sociais, nenhum “Somos Todos Somália”. E os milhares de refugiados do Myanmar por perseguição religiosa? Precisamos ter mais compaixão.
  • Os oceanos estão mais quentes e os furacões e tempestades matando pessoas dos Estados Unidos, Caribe até do Atlântico Norte, atingindo a Irlanda e levando as areias do deserto do Saara até o céu de Londres. E tem governante que não acredita no aquecimento global?
  • Desde julho, incêndios castigam a Europa (principalmente Portugal e Espanha), a Califórnia (Estados Unidos) e no Brasil, atingindo os biomas cerrado, pantanal e caatinga. As chuvas devastam a regiões asiáticas (India, Vietnã, Bangladesh) e atingem o sul do Brasil. Podemos fazer algo para reequilibrar o clima no mundo?
  • A Antártida tem um buraco maior que o estado da Paraíba e há novo vazamento de óleo no Golfo do México. Ação do tempo, reflexo das tempestades, furacões ou conseqüência da obra humana?
  • A FAO divulgou que um quarto e um terço dos alimentos produzidos anualmente para o consumo humano se perdem ou é desperdiçado. Isso equivale a cerca de 1,300 bilhões toneladas de alimentos, suficientes para alimentar dois milhões de pessoas. Precisamos de campanha para evitar o desperdício e promover o consumo consciente?

Boa reflexão e atitude.

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