Cooperativa fortalece produção de borracha orgânica no Pará

(Foto: Divulgação)

Há 35 anos, o empreendedor Francisco Samonek deixou tudo o que tinha no Paraná e se mudou para o Acre. O objetivo era trabalhar na produção de borracha, que recebia incentivos do governo na época.

Os obstáculos do trabalho com a borracha fez o empreendedor fundar a Seringô, uma startup que fabrica tecidos impermeáveis, chinelos, solas de calçados e artesanato a partir do látex.

O negócio produz o látex através de um sistema patenteado por Samonek, que usa menos água, gera menos poluentes, além de preservar a Floresta Amazônica e gerar renda para as comunidades locais. O empreendedor também investiu na certificação orgânica para se diferenciar no mercado.

Atualmente, a startup trabalha com 75 comunidades extrativistas em Marajó, Tapajós e Xingu, no Pará. Cerca de 1.500 famílias produzem látex, artesanato, e 5 toneladas de borracha natural por mês.

Conversamos com Samonek sobre o trabalho da cooperativa e os impactos ambientais do projeto na Amazônia. Assista abaixo: