Saiba como driblar a inflação no dia a dia

(Foto: Reprodução)

Educação financeira também faz parte do Bem Estar pessoal e familiar.

Em meio à crise econômica, a inflação se tornou um dos inimigos dos brasileiros, que para enfrentá-la estão cortando gastos para conseguir pagas suas contas e não ficar endividado. Segundo dados do Instituto Data Popular, aproximadamente 91% dos brasileiros reduziram o consumo em 2015.

Para o economista especializado em gestão financeira da IBE-FGV, Cleber Zanetti, o consumidor não precisa abrir mão totalmente do conforto e da diversão durante o ano. “Só é preciso encontrar opções mais baratas e fugir dos exageros”, afirmou.

Pensando nisso, listamos cinco dicas para driblar a inflação em 2016:

  1. Faça compras compartilhadas ou compre aos poucos

Para economizar nas compras do mês, pesquise os menores preços e aproveite as promoções. Segundo Zanetti, uma boa opção é comprar em mercados atacadistas junto com algum parente ou até mesmo com os vizinhos, desta forma a conta fica mais barata e cada um compra o necessário.

“Não chegou a ponto de comprar para fazer estoque, talvez somente os produtos de limpeza ou que tem, em geral, um prazo de validade maior. O foco é compartilhar os gastos com o supermercado”, afirmou.

Para aproveitar as promoções, você deverá ter mais dias disponíveis para ir ao supermercado e fique atento as feiras semanais de hortifrutis para aproveitar os preços mais baixos.

De acordo com a especialista em economia criativa, Carolina Herszenhut, escolher essa opção requer tempo “para ir ao mercado muitas vezes ao mês. Mas é possível economizar muito indo a diferentes locais e aproveitando os dias da semana. Sabemos, por exemplo, que bebidas e carnes sempre aumentam nos fins de semana”.

Além de dividir a conta dos alimentos, pense em formas de criar um sistema colaborativo e econômico para utilizar no dia a dia, como dar carona para o vizinho, que trabalha na mesma região, para economizar no combustível.

  1. Reaproveite ao máximo na cozinha

Para reduzir os gastos com a lista de compras, repense no seu cardápio e aproveite todas as partes do alimento. Herszenhut afirma que “pensar ou criar novas receitas, principalmente as que utilizam alimentos mais baratos” pode fazer a diferença e “acima de tudo, não desperdiçar, pois a carne que sobrou hoje sempre pode compor uma nova receita amanhã”, aconselhou.

  1. Diminua o uso do carro

Com a inflação, os gastos com a manutenção e a gasolina para o carro tendem a subir e atrapalhar a sua economia. Por isso, compare os gastos que você tem com o carro e quais os gastos que você teria com o transporte público, e com as contas feitas, escolha a melhor opção.

“Para aqueles que têm disposição e vivem em cidades com ciclovias, acho que deveriam aderir ao uso da bicicleta. Pois além de ser um transporte gratuito, a pessoa economiza com o dinheiro da academia”, afirma a especialista.

  1. Não abra mão do lazer

Mesmo com a crise dá para se divertir. Aproveite os passeios gratuitos, vá a exposições de arte, pesquise roteiros e atividades na cidade para as crianças.

  1. Use a tecnologia para se comunicar com a família

Para Zanetti, substituir o telefone fixo pelo móvel é mais econômico no cotidiano. “Para quem não tem escritório ou necessidade de ter um fixo, investir em um bom celular para comunicação diária acaba sendo mais econômico”, explica.

O especialista ainda alerta para o uso de planos em que a família compartilhe algum serviço utilizando a mesma linha. “Esta questão deve ser analisada, mas, a princípio, o plano individual é mais em conta do que o plano coletivo, embora as operadoras digam o contrário. Além disso, com os gastos da família reunidos em uma só fatura, é mais fácil de acontecer cobrança indevida e mais difícil de detectá-la para pedir correção”, afirma.

Para aproveitar as promoções, você deverá ter mais dias disponíveis para ir ao supermercado e fique atento as feiras semanais de hortifrutis para aproveitar os preços mais baixos.

De acordo com a especialista em economia criativa, Carolina Herszenhut, escolher essa opção requer tempo “para ir ao mercado muitas vezes ao mês. Mas é possível economizar muito indo a diferentes locais e aproveitando os dias da semana. Sabemos, por exemplo, que bebidas e carnes sempre aumentam nos fins de semana”.

Além de dividir a conta dos alimentos, pense em formas de criar um sistema colaborativo e econômico para utilizar no dia a dia, como dar carona para o vizinho, que trabalha na mesma região, para economizar no combustível.

  1. Reaproveite ao máximo na cozinha

Para reduzir os gastos com a lista de compras, repense no seu cardápio e aproveite todas as partes do alimento. Herszenhut afirma que “pensar ou criar novas receitas, principalmente as que utilizam alimentos mais baratos” pode fazer a diferença e “acima de tudo, não desperdiçar, pois a carne que sobrou hoje sempre pode compor uma nova receita amanhã”, aconselhou.

  1. Diminua o uso do carro

Com a inflação, os gastos com a manutenção e a gasolina para o carro tendem a subir e atrapalhar a sua economia. Por isso, compare os gastos que você tem com o carro e quais os gastos que você teria com o transporte público, e com as contas feitas, escolha a melhor opção.

“Para aqueles que têm disposição e vivem em cidades com ciclovias, acho que deveriam aderir ao uso da bicicleta. Pois além de ser um transporte gratuito, a pessoa economiza com o dinheiro da academia”, afirma a especialista.

  1. Não abra mão do lazer

Mesmo com a crise dá para se divertir. Aproveite os passeios gratuitos, vá a exposições de arte, pesquise roteiros e atividades na cidade para as crianças.

  1. Use a tecnologia para se comunicar com a família

Para Zanetti, substituir o telefone fixo pelo móvel é mais econômico no cotidiano. “Para quem não tem escritório ou necessidade de ter um fixo, investir em um bom celular para comunicação diária acaba sendo mais econômico”, explica.

O especialista ainda alerta para o uso de planos em que a família compartilhe algum serviço utilizando a mesma linha. “Esta questão deve ser analisada, mas, a princípio, o plano individual é mais em conta do que o plano coletivo, embora as operadoras digam o contrário. Além disso, com os gastos da família reunidos em uma só fatura, é mais fácil de acontecer cobrança indevida e mais difícil de detectá-la para pedir correção”, afirma.

** Com informações da assessoria de imprensa