Gosta de Caju? Energia solar também

Foto - divulgação
Não é maravilhosa a invenção humana, as pesquisas científicas caro fã solar. E, na  Universidade Federal do Ceará (UFC), os cientistas pesquisam o líquido da casca da castanha-de-caju (LCC), substância capaz de revestir as placas solares e captar a energia do sol como   térmica, em vez de eletricidade.
Mas como isso pode impactar no preço da energia solar? A resposta é simples, diz o portal ODS: abundante na natureza, superior aos demais materiais utilizados nos sistemas fotovoltaicos, se utilizada em escala industrial poderá baratear a fabricação das placas.
Só o Ceará produz cerca de 360 mil toneladas de castanhas anualmente. Dessa produção, sobram 45 mil toneladas do líquido do caju por ano, sendo que oito das 12 indústrias de caju que operam no país estão no estado. O foco do trabalho com o caju é para aplicação em energia solar térmica,
O professor Diego Pinho, doutorando em engenharia e ciências dos materiais, explicou que há duas formas de aproveitamento da energia solar: sistema fotovoltaico e sistema térmico. “De forma mais simples, a superfície seletiva, feita com o material vindo da casca de caju, absorve a radiação solar e promove o aquecimento de um fluido: água ou óleo, por exemplo”, explica.
O líquido da casca da castanha-de-caju (LCC) é uma alternativa ao   óxido de titânio, produto de baixo custo para substituir as superfícies mais caras.
O próximo passo, agora, é colocar o produto à prova para ver como ele reage a um período maior de teste em condições ambientais. Congratulations Ceará e viva para nosso Caju solar!
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