Conforme a ciência, no mundo, existem 11 tipos de clima. São eles o clima equatorial, o clima tropical, o clima subtropical, o clima semiárido, o clima árido ou desértico, o clima temperado, o clima mediterrâneo, o clima de monção, o clima frio de montanha, o clima subpolar ou subártico e o clima polar ou ártico.
Com as mudanças climáticas, esses modelos estão “loucos”.
Além da tragédia no Sul do Brasil, chuvas torrenciais no nordeste e norte do Brasil, onda de calor extremo no centro-oeste e sudeste, vários países passam por impactos climáticos como no México, Canadá, Sudão, tempestades nos Estados Unidos, na África Oriental, na China e até em Dubai.
A ficha caiu?
Pesquisa mostra que 95,4% dos brasileiros afirmam ter ciência de que as mudanças climáticas estão acontecendo, e, desses, mais da metade considera que o fenômeno global representa um grave perigo para a população brasileira. Estes dados foram levantados pela “Pesquisa Percepção Pública da Ciência e Tecnologia no Brasil 2023”, do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, alertou, ontem (4ª feira – 22) no Dia Mundial da Biodiversidade, para a necessidade de se construir medidas para prevenir e mitigar evento extremos ligados às mudanças climáticas e defendeu a redução no uso de combustíveis fósseis, do desmatamento e também na adoção de medidas para evitar a perda da biodiversidade. “
Na Europa, a preocupação domina. O boletim da A World Weather Attribution mostra que as chuvas torrenciais de outono e inverno no Reino Unido e na Irlanda tornaram-se cerca de 20% mais intensas devido às alterações climáticas causadas pelo homem.
Segundo o chefe do clima, da ONU, Simon Stiell, o planeta tem dois anos para um plano de salvar o mundo.