A taxação do Sol e os incentivos governamentais 

energia solar
(Foto: Unsplash)

A “taxação do sol” vai reduzir a economia na conta de luz para quem comprar o sistema ano que vem, já em janeiro, caro fã solar. Devo dizer que há projetos de geração de energia fotovoltaica para suprir as demandas das comunidades rurais e isoladas, segundo o Ministério do Meio Ambiente. Projetos focados em áreas como:

  • Bombeamento de água para abastecimento doméstico;

  • Irrigação e piscicultura;

  • Iluminação pública;

  • Sistemas de uso coletivo (eletrificação de escolas, postos de saúde e centros comunitários);

  • Atendimento domiciliar.

Dentro do sistema de escalonamento proposto com a cobrança de um percentual de apenas 15% da tarifa no primeiro ano (2023) até 90% no último ano (2028), chegando a 100% da cobrança em 2029, a economia do usuário já pelas regras novas cairá para 93% no primeiro ano e até 78%, quando passar a ocorrer a cobrança cheia

On-grid e off-grid

Há ainda dois tipos diferentes de sistemas fotovoltaicos: os conectados à rede (on-grid ou grid-tie) ou os isolados da rede (off-grid ou autônomos, que utilizam baterias). Mas o custo ainda é proibitivo.

Para os sistemas conectados à rede, a Lei N° 10.438/02 prevê benefícios econômicos, na forma de créditos de energia. Ou seja, há a economia imediata de um custo que seria referente ao pagamento da conta de energia elétrica para os meses em que a residência gerar menos energia do que precisa.

Na Europa, cerca de 5% da demanda energética já é coberta por instalações fotovoltaicas, graças a iniciativas de governos e start-ups inovadoras. Mas ainda há um longo caminho pela frente.

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