Adotar boas práticas agrícolas pode reduzir em até 30% os custos de produção

(Foto Jorge Anderson Guimarães/ Embrapa)

O produtor que utilizar boas práticas agrícolas no cultivo de hortaliças pode reduzir em até 30% os custos de produção, além de aumentar a sustentabilidade da atividade, a segurança e o bem-estar do trabalhador e a qualidade dos alimentos produzidos.

A adoção de boas práticas ajuda a minimizar os gargalos existentes na produção de hortaliças, como as contaminações química e microbiológica, desperdício econômico e contaminação do meio ambiente.

O grupo das folhosas foi incluído, recentemente, no Sistema de Produção Integrada Agropecuário da Cadeia Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O protocolo de boas práticas do programa Produção Integrada de Folhosas, Inflorescências e Condimentares (PIFIC) foi desenvolvida para 32 espécies de hortaliças, determinadas pela Instrução Normativa nº 1 do Mapa.

A espécies da PIFIC são: acelga, agrião, aipo, alcachofra, alecrim, alface, alho-porró, almeirão, aspargo, brócolis, cebolinha, chicória, coentro, couve, couve chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, erva-doce, escarola, espinafre, estévia, estragão, hortelã, louro, manjericão, manjerona, mostarda, orégano, repolho, rúcula, salsa e sálvia.

As normas englobam todas as etapas de produção, práticas e procedimentos que devem ser seguido pelos produtores que entrarem no programa voluntariamente. O produtor que quiser aderir ao programa precisa cumprir diversos requisitos, como a rastreabilidade e obter o selo “Brasil Certificado”.

Os sistemas de produção integrada e de produção orgânica são os únicos passíveis de obter a certificação passível de obter a certificação do Mapa.