Amanhã de manhã…

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Para os mais vividos e os românticos inveterados, a sequencia natural é a da letra do consagrado cantor e compositor Roberto Carlos: “…vou pedir o café pra nós dois…”. Mas, o assunto de hoje é bem sério e diz respeito, exatamente, ao nosso desjejum.

Muita gente, por causa da pressa, porque acorda atrasada, porque não tem tempo ou paciência para preparar o café, acaba saindo de casa sem se preparar internamente para um novo dia de batalhas… E isso faz muito mal!

Lembro-me de um exemplo que um médico usou durante uma palestra sobre alimentação ideal, há alguns anos… Dizia o Dr. Francisco que um indivíduo não pode retirar o carro da garagem, sem abastecer de combustível, e tentar fazer uma viagem longa porque o veiculo haverá de parar no meio do caminho.

E o mesmo acontece com o nosso organismo. Sem uma boa “forração”, não é possível encarar uma longa jornada.

Nesse ponto, a gente percebe que o francês está repleto de razão, quando chama o café da manhã de “pétit déjeuner”, ou seja, o pequeno almoço.

Quando você viaja, fica em hotel, no Brasil ou no exterior, percebe a variedade de opções existentes. Para nós, até parece absurdo servir ovos mexidos, tenras fatias de bacon, pequenos cortes de linguiça ou salsicha, com ou sem molho, frutas da estação, iogurtes, sucos, uma imensa variedade de pães, bolos, tortas, doces, mas, é assim que o americano e muitos habitantes de outros países se tratam pela manhã!

Uma orientadora nutricional sempre repete que o café da manhã deve ser o de um Rei; o almoço, o de um Príncipe e o jantar, o de um mendigo. Exageros a parte, se você pensar direitinho, verá que costumamos inverter as coisas e sempre damos maior valor ao almoço, normalmente.

Jovens que trabalham de dia e estudam a noite cometem verdadeiras atrocidades contra o próprio corpo: chegam em casa tarde demais, tomam banho, alimentam-se com um pratão daqueles e se jogam na cama, com o estomago cheio.

Alguns anos depois, reclamam de gastrite, esofagite, refluxo, hérnia de hiato e outros problemas digestivos, causados pelos maus hábitos alimentares.

O negócio é começar a se preocupar com a saúde desde cedo. Sem excessos, com alimentação dosada e equilibrada. Só assim teremos uma nova safra de gente do bem que sabe que é melhor prevenir do que remediar!

Vamos repensar os nossos hábitos e atitudes desde já?