O modelo é composto por um balão suspenso com gás hélio, que pode ser instalado em qualquer localidade próxima a uma torre de transmissão de sinal de internet. O equipamento recebe o sinal e o redistribui para uma área de 400 metros de diâmetro. Durante os testes, o Artes alcançou 150 metros de altura, o que garantiu a redistribuição de sinal para a área abaixo da bexiga.
“Para todos esses grupos que vão a esses pontos remotos em comunidades ribeirinhas ou realizando ações dentro da floresta, o modelo pode ser um ponto de apoio”, afirmou o coordenador de Tecnologia da Informação do Instituto Mamirauá, Francisco Freitas Júnior.
Com a validação, o próximo passo é construir uma versão piloto do modelo para aplicação.
O Artes é executado pelo Mamirauá, o Instituto de Computação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) – também vinculado ao MCTIC – e a empresa Ômega Aerossystems. A iniciativa é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).
O balão é uma alternativa à instalação de torres de transmissão e pode redistribuir o sinal guarda-chuva para prover internet para uma expedição de campo ou para uma pequena comunidade, e coletar dados de sensores instalados na floresta.
Fonte: Instituto Mamirauá































