Setor reclama da falta de liberação de patentes, de cumprir restrições fitossanitárias e a criação de uma cultura que valorize a produção local
Entre as instituições que têm projetos para o segmento, Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) ainda sofrem com pouca visibilidade, pesquisa e distribuição.
O que se vê é que falta mais facilidade na liberação de patentes, cumprir restrições fitossanitárias e a criação de uma cultura que valorize a produção local.
Os produtos (sabonete sólido, emulsão evanescente, sabonete líquido à base de óleo de pupunha e buriti e creme antioxidante à base de óleo de pupunha) foram desenvolvidos após um ano de estudo e representam o potencial do segmento e das pesquisas, explica a coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação do Inpa, Noélia Falcão.
Fonte: Jornal do Commercio































