“Uma ilha de prosperidade”, definiu a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica, Elbia Gannoum. Se falta luz para os governantes planejarem um país com mais energia para sair da crise, neste setor da economia, sobra otimismo.
Segundo ela, a crise se restringe mais a expectativa dos investidores do que a realidade. “Se fizer uma fotografia apenas na indústria eólica, só tem resultados positivos, só está crescendo, disse à Agência Brasil.
A eólica é ainda a quarta fonte na matriz energética do Brasil, depois de hidrelétrica, térmica e biomassa. Mas a previsão é atingir o segundo lugar em cinco anos. Em oito anos, o setor pode alcançar 27 GW, segundo Elbia Gannoum. O BNDES acaba de liberar R$ 1 bilhão para financiar três complexos no Ceará e no Rio Grande do Norte.
Lá fora, no exterior, claridade nos negócios também. A previsão é integrar internamente e expandir a fronteira eólica nos outros países. O Uruguai já tem a participação de investidores e empresários brasileiros, que levaram para lá equipamentos, projetos e tecnologia. O presidente da Associação Uruguaia de Energia Elétrica (AUdee), Fernando Schaich, estimou que em 2017 o Uruguai será uma potência mundial. Segundo ele, 35% da energia consumida por lá vem da força dos ventos. O foco de luz está agora no Chile.
Alta Voltagem
Cinco empresas vão produzir painéis solares no Brasil
Além da fábrica da Globo Brasil em Valinhos (SP), a canadense Canadian Solar, a norte-americana SunEdison, a chinesa BYD e a nacional Pure Energy também investirão na área. O anúncio foi feito durante a Intersolar South America.
Saiba mais aqui.
General Eletric (GE), investe R$ 1,5 bilhão para o fornecimento de 156 turbinas para produção de energia eólica no Piauí
O contrato com a Casa dos Ventos é o maior negócio que a GE já fez no mercado de energia renovável da América Latina. Leia entrevista com o diretor-executivo da Casa dos Ventos, Clésio Eloy, em “Notícias na Íntegra.”
Saiba mais aqui.
Ação civil pública pede suspensão da cobrança de bandeiras tarifárias no Amazonas
Ministérios públicos estadual e federal, defensorias, comissão de defesa dos consumidores levantam a mesma bandeira! A suspensão do mecanismo que o governo arranjou para cobrir o rombo de quase R$ 15 bilhões no setor elétrico, em favor das geradoras de energia. O motivo? abuso nas cobranças.
Saiba mais aqui.




























