O acordo faz parte das ações do Programa de Mobilidade Elétrica da CPFL Energia – Emotive, e coloca Campinas em sintonia com cidades como Oklahoma, Londres ou Toronto, onde o aluguel de carros elétricos é uma realidade. O aluguel de carros elétricos foi formalizado entre a CPFL Energia e a Hertz, no Dia do Automóvel. Dados mostram que o valor do quilômetro rodado de um automóvel a combustão é de aproximadamente R$ 0,30, ao passo que esse custo no veículo elétrico é de R$ 0,10
O primeiro carro elétrico disponível para locação será um Renault Zoe, que possui autonomia de 150 quilômetros e poderá ser reabastecido gratuitamente em qualquer um dos 25 eletropostos públicos que serão instalados até dezembro em Campinas. O valor do aluguel do carro ainda não foi divulgado. A unidade da Hertz em Viracopos também possuirá um ponto de carregamento instalado. Hoje, Campinas conta com quatro eletropostos em operação.
O veículo contará com um sistema de telemetria para coleta de informações do funcionamento e os dados serão usados no projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da CPFL, que estuda os impactos da utilização dos veículos elétricos. A pesquisa, iniciada em 2013, receberá R$ 21,2 milhões em investimentos até 2018, ano de sua conclusão.
Baixo impacto
Outra conclusão da primeira fase é de que a expansão dos veículos elétricos teria impacto pequeno na demanda por energia. As projeções iniciais da CPFL Energia apontam que o uso desta tecnologia ampliaria o consumo de energia entre 0,6% e 1,6% no Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2030, quando as previsões indicam que a frota de carros elétricos pode alcançar entre 4 milhões e 10,1 milhões de unidades.
Confira os endereços para abastecimento gratuito em Campinas:
- Em frente à sede da CPFL Energia, na Rodovia Engenheiro Miguel Noel Burnier, nº 1755, no Parque São Quirino (Campinas).
2. Área externa do posto de serviços automotivos da Bosch, na Rua Fernão Pompeu de Camargo, nº 800, bairro Jardim do Trevo (Campinas).
3. Centro de Convivência de Campinas, em frente ao City Bar, Rua General Osório, bairro Conceição.
4. Shopping Iguatemi Campinas, na área do Valet – Deck Parking P2
Sai o Plano Nacional de Adaptação Para Mudança Climática
O PNA estabelece metas com quatro anos de prazo para execução. São metas que fazem parte das contribuições que o Brasil enviou às Nações Unidas, dentro dos esforços globais de combate às mudanças do clima”, explica Karen Silverwood-Cope, secretária de mudança do clima e qualidade ambiental do MMA. Junto com o PNA, o governo também anunciou a criação de um grupo técnico de adaptação, composto por membros do MMA, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC).
O Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA), tem como objetivo promover a redução da vulnerabilidade à mudança do clima e está em elaboração desde 2012. São 11 temas de interesse identificados como vulneráveis às mudanças do clima: agricultura, recursos hídricos, segurança alimentar e nutricional, biodiversidade, cidades, gestão de risco aos desastres, indústria e mineração, infraestrutura, povos e populações vulneráveis, saúde e zonas costeiras.
Alta Tensão
ANEEL aponta atraso em 60% das obras de transmissão de energia
O documento aponta que, das 351 obras de expansão da rede básica que estão em execução, 211 estão fora do prazo. O atraso médio é de 518 dias – quase um ano e meio. Na comparação com o relatório anterior, de dezembro de 2015, houve uma ligeira melhora em relação ao percentual de obras atrasadas (eram 62,32%), mas piora na média de dias de atraso (em dezembro, eram 502 dias).
Segundo a Aneel, as obras em atraso são do segundo tipo, ou seja, destinadas a reforço do sistema. Elas servem para garantir que o escoamento de energia para uma determinada região seja mantido, caso aconteça algum problema com a linha principal.
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Energia fotovoltaica é opção de sustentabilidade na conta de luz
Uma pesquisa do MME no final do ano passado mostrou que, até 2024, a energia elétrica fotovoltaica será responsável pela produção de 7 MW no Brasil – 4% da potência total brasileira. Atualmente, a fonte representa 0,02% da potência elétrica do país.
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