A China subiu para a 17ª posição do 11º Índice Global de Inovação (GII, sigla em inglês), ranking mundial que classifica as economias mais inovadoras do mundo.
Publicado pela Universidade de Cornell, o Instituto Europeu de Administração de Empresas e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual, o índice classifica a economia de 126 países para entender como estimular a inovação e impulsionar o desenvolvimento humano e econômico.
A Suíça manteve o primeiro lugar no ranking. Seguida por: Holanda, Suécia, Reino Unido, Cingapura, Estados Unidos, Finlândia, Dinamarca, Alemanha e Irlanda.
O Brasil subiu cinco posições e ficou em 64ª lugar. Em comparação aos países da América Latina e do Caribe, o Brasil tem força nos gastos com pesquisa e desenvolvimento, importações e exportações de alta tecnologia, qualidade de publicações científicas e de universidades, com destaque para a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“As pequenas empresas são uma força econômica e social fundamental para o desenvolvimento de nosso país, e inovar é estratégico na busca de maior competitividade na economia brasileira”, afirmou Heloísa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae.
Na América Latina, o Chile é o melhor classificado, no 47º lugar. Com pontos fortes em qualidade regulatória, matrícula no ensino superior, criação de novos negócios, entre outros. A Costa Rica e o México ocupam a segunda e terceira melhor posição latino-americana, respectivamente.
** Com informações da ONU Brasil





























