Com excesso de chuva, Itaipu abre as três calhas da usina

(Foto: Divulgação/ Itaipu Binacional)

Caros amigos desta coluna, 2018 promete! Lavado com as águas de janeiro que recuperaram parte dos reservatórios, principalmente, nas consideradas caixas d’águas que abastecem hidrelétricas no sudeste que abrange principalmente os estados de Minas e São Paulo.

Com excesso de chuva, Itaipu abre as três calhas da usina

Itaipu abriu simultaneamente as três calhas do vertedouro para escoar o excedente de água não utilizada na geração de energia. Há mais de um ano, as 14 comportas da usina não eram abertas ao mesmo tempo. O escoamento atingiu mais de 5,8 mil metros cúbicos de água por segundo, quase quatro vezes mais do que a vazão normal das Cataratas do Iguaçu.

 

ALTA TENSÃO

Piauí usará miniusinas solares para reduzir gastos com eletricidade

A energia do sol vai abastecer os prédios públicos e o governo estima que reduzirá cerca de 20% dos gastos com energia elétrica (cerca de R$ 7.109.943,30 por ano), recursos que podem ser direcionados para investimentos em outras ações.

Governo recorre ao Supremo contra decisão sobre privatização da Eletrobras

A decisão sobre o pedido de liminar da AGU deve ser da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, que despacha em regime de plantão. A ministra pode ainda deixar que qualquer decisão seja tomada pelo relator, Alexandre de Moraes, no retorno do recesso da Corte, em fevereiro. A ação popular foi aberta na terça-feira (9) pelo advogado Antônio Accioly Campos. Ele questionou a revogação, pela MP, do Artigo 31 da Lei 10.848/2014, que excluía a Eletrobras e suas controladas (Furnas, Companhia Hidroelétrica do São Francisco, Eletronorte, Eletrosul e a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica) do Programa Nacional de Desestatização.

R$ 9 trilhões: o preço para o Brasil resolver sua infraestrutura

O infra 2038, projeto quer colocar o Brasil entre os 20 melhores países de infraestrutura em competitividade do Fórum Econômico Mundial até 2038, mostra que precisaremos investir R$ 8,7 trilhões nos próximos 20 anos: 37% para ferrovias, rodovias, portos e aeroportos, 27% para energia elétrica, 16% para telecomunicações, 11% para saneamento e 9% para mobilidade urbana.

Metrô chileno agora funciona principalmente com energia limpa

O Chile triplicou a geração de energia renovável nos últimos quatro anos e atualmente recebe 19%  de fontes limpas, segundo o governo local. A Total e a desenvolvedora solar SunPower concluíram um parque solar de 100 megawatts na região de Coquimbo, que possibilitará que o sistema de metrô da capital receba 60 por cento de sua eletricidade de fontes limpas, disse a presidente do Chile, Michelle Bachelet, em comunicado. O metrô, usado diariamente por 2,2 milhões de pessoas, também recebe energia de um parque eólico.