A partir desta segunda-feira, 07 de novembro, representantes de 193 países se reúnem em Marrakesh, em Marrocos, para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 22), que termina no dia 18 de novembro.
O objetivo é colocar em prática e implementar ferramentas de fiscalização as medidas estabelecidas pelo Acordo de Paris, que entrou em vigor na última sexta-feira (04) e tem como objetivo evitar que o aquecimento global ultrapasse 2ºC.
Durante a conferência, o Brasil apresentará uma série de propostas para a regulamentação e transparência do mercado de carbono – que já existe desde o Protocolo de Kyoto e que ganhou mais força com o Acordo de Paris.
Uma das propostas é excluir do mercado de carbono os projetos que, pela proteção de florestas, evitam emissões. Estas iniciativas já são reguladas pelo mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação e financiados por doações.
Porém a medida foi criticada por ambientalistas, já que com a restrição, organizações podem perder a oportunidade de vender seus créditos a partir da proteção florestal, impedindo o desenvolvimento econômico e permitiria que países mais ricos continuassem crescendo sem deixar de emitir carbono.
** Com informações do jornal Folha de S.Paulo































