Uma coisa que foi um presente na minha vida foi me libertar dos desodorantes e antitranspirantes convencionais. Tenho a pele sensível e sempre alternava entre os mais comuns do mercado para não ter alergia (Nívea, Dove, Rexona…e por aí vai).
Mas, a verdade é que nunca consegui ter um desodorante favorito, depois de um tempo de uso minha axila ficava irritada e isso era ainda pior antes de fazer a depilação a laser na área.
Eu fiquei muito desesperada durante a pandemia quando as feirinhas de produtos artesanais onde costumava comprar meus desodorantes foram inviabilizadas e foi por isso, e por ser um item de uso diário e que considero necessidade básica na necessaire de higiene pessoal, que fui atrás de aprender a fazer os meus.
Por isso, trago o tema desodorante nesse fim de ano, no sentido de inspirar a migração porque para mim realmente foi um divisor de águas (não sei vocês, mas eu adoro fazer algumas resoluções para o ano novo).
Eu não sou uma pessoa radical sobre a imposição a outras no uso de produtos naturais. Sei que isso depende de vários fatores e como hoje em dia bons produtos naturais e convencionais meio que se equivalem em preços, acho que fica um pouco por conta da vontade e disponibilidade para períodos de adaptação.
O fato é que se tem um item que vale muito a pena fazer a migração é o desodorante e entendo também que é um dos mais difíceis por múltiplos fatores, entre os quais, destaco:
Vivemos em um país tropical e transpiramos muito. As pessoas ficam inseguras pensando se o desodorante (seja qual for) vai segurar as diversas atividades realizadas ao longo do dia.
O cheiro do suor no sovaco é bem característico e as pessoas morrem de medo e vergonha do famigerado cecê.































