Economizar é o verbo que todos deveríamos aprender a conjugar desde pequenos para vivermos com mais tranquilidade ou, pelo menos, sem tantas dores de cabeça.
O mais importante é ter bom senso e planejar bem as finanças.
É claro que nem sempre isso é possível, principalmente em tempos de crise, quando o salário é insuficiente para as despesas básicas ou quando o desemprego bate à porta.

Mas, apesar de todos os problemas, pode-se, pelo menos, começar a traçar uma estratégia para vencer as dificuldades. Sempre é tempo de fazer com que o salário renda mais.
A economia começa com um orçamento da casa e de seus moradores. Cada um deve definir o que é necessário e o que é supérfluo. Se uma despesa não traz benefícios, o remédio é passar a tesoura.
Por isso é que todos devem estar envolvidos nesse esforço concentrado para chegar a um acordo e manter o orçamento equilibrado.
Quando a ordem é apertar o cinto, são necessárias algumas medidas mais drásticas:
- comprar somente à vista. É melhor esperar um pouco mais e juntar dinheiro, do que pagar altas taxas de juros. Além disso, nas compras à vista sempre se pode conseguir um precinho melhor;
- pagar as contas em dia para evitar multas e juros;
- fugir das dívidas, principalmente do cartão de crédito e do cheque especial. Isso porque um dos vilões do orçamento são as altas taxas de juros, que transformam uma pequena dívida numa grande dor de cabeça;
- e tudo o que se conseguir economizar, seja cortando alguma despesa supérflua, seja deixando de comprar uma coisa ou outra, deve ser anotado e o dinheiro guardado numa conta à parte, que pode ser uma poupança da família.
Mas, a grande verdade é que para economizar realmente é preciso gastar menos de que se ganha e investir o que sobra.
É difícil, mas não deixa de ser um exercício interessante cujo resultado, certamente, vai salvar o seu bolso.




























