O Conselho de Manejo Florestal (FSC), principal certificadora de boas práticas de manejo florestal no mundo, retirou o selo da empresa Jari Florestal, após comprovar fraudes na extração de madeira entre o Pará e o Amapá.
Esta é a primeira vez que uma empresa é desassociada desde que a FSC começou a operar no Brasil em 2001.
A Jari, que pertence ao empresário Sergio Amoroso, comprou Ipê e Massaranduba de fornecedores que fraudavam a origem da madeira. A fraude envolvia superestimar os inventários de madeira dos planos de manejo. As quantidades declaradas, muito superior a estimada, é usada para “lavar” madeira ilegal.
A irregularidade foi descoberta durante uma investigação. A operação também descobriu que a empresa não informou que na região existem comunidades tradicionais.
Em nota, o presidente da Jari Celulose, Patrick Nogueira, disse que a empresa exigiu toda a documentação, mas foi enganada pelos fornecedores e que respeita a decisão da FSC
** Com informações da Folha de S.Paulo































