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A medida faz parte do Manifesto do Cerrado, um documento criado por uma coalização de instituições da sociedade, como a WWF, o Greenpeace Brasil e o Imaflora, que determina ações para combater o desmatamento por empresas e promove uma agricultura mais resiliente.
No Fórum Econômico de Davos, na semana passada, os signatários se comprometeram a apoiar o desenvolvimento e o crescimento das regiões produtoras de soja e gado em 25,4 milhões de hectares de terra já convertidas e que estão adequadas para a agricultura.
“Ao recuperar terras que já foram abertas, podemos atender a demanda futura da soja e carne sem perder nenhum outro hectare de Cerrado nativo. Aplaudimos esses compromissos corporativos para proteger o bioma, que é o lar de 5% da biodiversidade do planeta.
“O movimento envia um sinal crítico aos produtores, processadores e varejistas de que o Cerrado é tão vital para o nosso planeta quanto a Amazônia”, afirma Kavita Prakash-Mani, líder da prática Mercados do WWF.
** Com informações do Estadão































