Guerra contra Ucrânia fortalece  energia solar 

(Foto: Freepik)
Acendeu a luz na Europa toda caro fã solar. E não foi elétrica. A necessidade de reduzir a dependência energética da Rússia, principal fornecedora de gás para países europeus, trouxe holofote para energias solar e eólica.
Na Ucrania, os alvos dos russos são principalmente instalações de energia e não poupam sequer Chernobyl, a famigerada usina atômica que causou uma catástrofe sem precendentes, após vazamento de urânio, fato escondido pelos russos, que vitimaram milhares de europeus.
Análise da BloomerangNEF(BNEF), os investimentos anuais em todo o mundo devem triplicar e, até 2050, a meta é zerar as emissões de carbono. Ainda segundo a BNEF, as fontes renováveis atingiram U$495 bilhões, o que corresponde a mais de R$ 2 trilhões.
O Brasil também sente a tendência e deve se tornar a mais importante em 2050 e superando as hidrelétricas que abastecem cerca de 55 milhões de residências. Nesse mundo globalizado, um míssel lá tem efeito colateral aqui. Assim como soluções, como o sistema fotovoltaico lá impactam em todos nós.
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