Não vamos polemizar. Se é um desafio futurista estocar vento, não podemos dizer o mesmo do sol, ainda. Mas, como o mercado é promissor, tem gente trabalhando a todo vapor para tornar possível o armazenamento de energia.
No Reino Unido, pesquisadores da Universidade de Birmingham desenvolveram uma tecnologia que utiliza ar congelado para estocar energia. Em momentos de baixa demanda, o sistema aproveita a energia excedente para resfriar o ar que, quando aquecido novamente, movimenta uma turbina e gera eletricidade. Resfriado a 200°C negativos, o ar atinge a forma líquida e pode ser armazenado e transportado.
Mecanismo semelhante está sendo testado em um projeto-piloto na região central do Texas, nos Estados Unidos, só que em vez de ar a tecnologia usa água. O sistema da empresa Quidnet Energy consiste em bombear e comprimir a água em poços de petróleo antigos. Quando ela é liberada e pressurizada, age como uma mola que move uma turbina, gerando eletricidade.
Hoje, as baterias de íon-lítio lideram a corrida por soluções de armazenamento de energia, mas ainda não servem para guardar em grande escala. Um estudo da Bloomberg New Energy Finance mostra que o custo dessas baterias já caiu 65% desde 2010 . Até 2030, o preço deve ficar abaixo de US$ 120 por kWh, valor considerado financeiramente viável para que essa tecnologia ganhe escala.
No Brasil, a discussão sobre o armazenamento de energia ainda engatinha. Até agora, cerca de 100 empresas do setor elétrico demonstraram interesse em financiar e executar projetos nesta área. Essas empresas têm até o dia 22 de dezembro para enviar à Aneel seus projeto, que deverão ser desenvolvidos entre 2017 e 2021.
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No Pará, estudantes querem navegar com barcos movidos pela energia solar
A ideia de usar a energia limpa para navegação já tem três anos de pesquisa. Atualmente 15 estudantes dos cursos de Engenharias Naval e Elétrica da Universidade Federal do Pará trabalham na construção de outro barco solar para competições. Mas o melhor de tudo é que eles pretendem navegar em outras áreas, para captanear o transporte pelos rios da região. A embarcação, que foi criada com fibra de vidro em sua composição para dar mais leveza, tem capacidade para transportar até 22 pessoas e autonomia para cinco horas de navegação.
‘A ideia desse barco que construímos em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina foi mostrar que a ciência pode ajudar as comunidades ribeirinhas com soluções simples e eficazes por meio de uma energia que não polui e não agride o meio ambiente’, explica o doutor Wilson Negrão, professor da UFPA e um dos pesquisadores do Gedae.

O Pará possui uma bacia hidrográfica que abrange 1.253.164 km², mais de 20 mil quilômetros de rios como o Amazonas, Tocantins e o Guamá, que formam bacias independentes e facilitam o escoamento de cargas e passageiros todos os dias.
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Princesa do Japão, Mako, visita Itaipu
A princesa Mako (24), do Japão, em visita ao sul do Brasil, conheceu a hidrelétrica de Itaipu Binacional, pelas comemorações pelos 80 anos da imigração japonesa ao país.
A usina Binacional comemora 10 anos do Programa Veículo Elétrico. O primeiro fruto do projeto é protótipo de um Fiat Palio Weekend elétrico.
Depois a equipe desenvolveu um Agrale Marruá 100% 4×4 e dois ônibus elétricos. “Na Europa, que usa o diesel no ônibus híbrido, a redução das emissões é de 30% a 40%. No Brasil, com o etanol, a queda das emissões varia entre 80% a 90%. compara Celso Novais, diretor da Usina.
Governo derruba liminar que suspendia operação de Belo Monte
A Norte Energia informou que o TRF-1 cassou a liminar que determinava a suspensão provisória da licença de operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.





























