Comemora-se nesta quinta-feira (15), o Dia da Musicoterapia, área que busca estimular a qualidade de vida através da prevenção, reabilitação ou o tratamento por meio da música.
Os primeiros registros a respeito da Musicoterapia foram encontrados na obra de filósofos pré-socráticos. Porém a sistematização de seus métodos só teve início em 1944, quando a Universidade Estatal de Michigan, nos Estados Unidos, investiu em pesquisas sobre o assunto e criou o primeiro curso universitário.
Segundo a União Brasileira de Associações de Musicoterapia (UBAM), a Musicoterapia é uma intervenção terapêutica não-verbal, em que o musicoterapeuta estuda o comportamento sonoro de uma pessoa e a partir disso, desenvolve o processo terapêutico adequado para cada caso.
O tratamento pode ser utilizado em diversas áreas, como psiquiatria, geriatria, obesidade, depressão, fobia, dependência química, doenças terminais, ansiedade, estresse, entre outros. Além de facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes.
Atualmente, a Musicoterapia se tornou uma profissão promissora com os estudos relacionados ao tratamento de Alzheimer. Para ser um musicoterapeuta, é necessário ter graduação em Musicoterapia. Profissionais da área de música ou saúde podem fazer especialização e devem ter formação em teoria musical, canto e prática em pelo menos um instrumento harmônico.





























