Celebra-se neste 1º de janeiro, o Dia Mundial da Paz. A data foi instituída em 1967, pelo Papa Paulo VI, com o objetivo de promover o sentimento da paz pelo mundo, então marcado pela Guerra Fria e pela instabilidade bélica.
Cinquenta anos após a criação da data, pouca coisa mudou. Apesar de não vivermos mais em um mundo polarizado entre Estados Unidos e União Soviética, as guerras no Oriente, os testes com armas nucleares pela Coreia e o aumento da intolerância entre pessoas ainda estão muito presentes, se não estiverem mais fortes do que nunca atualmente.
Por isso, para 2017, o Papa Francisco escolheu o tema “A não-violência: estilo de uma política para a Paz”, já que tanto a paz, quanto a violência estão na origem de construir uma sociedade, e a difusão destes focos de violência gera experiências sociais gravíssimas e negativas. Chamada de “Terceira guerra mundial em capítulos” pelo Papa.
Segundo a Rádio do Vaticano, “a “não violência” pode assumir um significado mais amplo e novo: não apenas aspiração, inspiração, rejeição moral à violência, às barreiras, aos impulsos destruidores, mas também um método político realista, aberto à esperança. Trata-se de um método político fundado na primazia do direito. Se o direito e a igual dignidade de cada ser humano são salvaguardados sem discriminações e distinções. Consequentemente, a “não violência”, entendida como método político, pode constituir um meio realista para superar os conflitos armados”.
Neste primeiro dia do ano, faça uma reflexão sobre o que está acontecendo no mundo e como que você pode fazer dele um lugar melhor. Com isso, não estamos dizendo para você proclamar a paz no Oriente, mas sim buscar métodos para fazer a diferença na vida das pessoas ao seu redor, como perdoar, ser solidário e generoso a alguém.





























