Hoje é Dia Mundial da Saúde

(Foto: Freepik)

Nesta sexta-feira (07), comemora-se o Dia Mundial da Saúde. Criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, a data tem como objetivo conscientizar sobre a importância da preservar da saúde e ser adepto a práticas que promovam qualidade de vida.

O lema escolhido para este ano é “Let’s talk” (Vamos conversar, em português), que visa conscientizar as pessoas sobre a necessidade de ter conhecimento para ajudar na prevenção e no combate a Depressão, um transtorno mental considerado a principal causa pela incapacidade das pessoas. Segundo a ONU, estima-se que 350 milhões de pessoas sofrem com a doença no mundo.

Dependendo da intensidade dos sintomas, um episódio depressivo pode ser caracterizado como: leve, moderado e grave. Em um caso leve, uma pessoa terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global. Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa autoestima e falta de concentração.

Apesar de existir tratamentos eficazes, menos da metade das pessoas afetadas no mundo recebem tratamento, em muitos países o número de pessoas tratadas equivale a menos de 10% do total. No pior dos cenários, a depressão pode levar ao suicídio. Aproximadamente 800 mil pessoas se matam a cada ano, sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

Outra barreira ao atendimento eficaz é a avaliação imprecisa. Em países de todos os níveis de renda, pessoas com depressão frequentemente não são diagnosticadas corretamente e outras que não têm o transtorno são muitas vezes diagnosticadas de forma inadequada.

A depressão é uma das condições prioritárias cobertas pelo Mental Health Gap Action Programme (mhGAP) da OMS. O programa visa a ajudar os países a aumentar os serviços prestados às pessoas com transtornos mentais, neurológicos e de uso de substâncias.

** Com informações da ONU